sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Seedorf não é inscrito a tempo no BID e terá de adiar estreia pelo Corinthians› Stock Car: Thiago Camilo fecha sexta de treinos na liderança em Cascavel› NASCAR Truck: Honeycutt vence em Phoenix e amplia liderança› 'Milagre': Tifanny chora ao falar de liberação e reforça despedida em 2026› Time de SC cede gols de propósito em protesto no futsal; entenda a polêmica› Corinthians passa o sábado fora da Z4, mas ainda tem o domingo› Torcedores do Corinthians cobram Memphis em protesto no Parque São Jorge: 'Futebol em atraso'› Liberada, Tifanny comanda Osasco, que amassa Praia Clube e vence Supercopa› Byanca Brasil decide, e Cruzeiro vence em estreia na Libertadores Feminina› Fortaleza vence o Sport na Ilha e joga pressão sobre os líderes da Série B› Seedorf não é inscrito a tempo no BID e terá de adiar estreia pelo Corinthians› Stock Car: Thiago Camilo fecha sexta de treinos na liderança em Cascavel› NASCAR Truck: Honeycutt vence em Phoenix e amplia liderança› 'Milagre': Tifanny chora ao falar de liberação e reforça despedida em 2026› Time de SC cede gols de propósito em protesto no futsal; entenda a polêmica› Corinthians passa o sábado fora da Z4, mas ainda tem o domingo› Torcedores do Corinthians cobram Memphis em protesto no Parque São Jorge: 'Futebol em atraso'› Liberada, Tifanny comanda Osasco, que amassa Praia Clube e vence Supercopa› Byanca Brasil decide, e Cruzeiro vence em estreia na Libertadores Feminina› Fortaleza vence o Sport na Ilha e joga pressão sobre os líderes da Série B
Política

Meta nega interferência política nas eleições do Brasil e cita 'incidentes técnicos' em redes de Lula

G1 Política ·
Meta nega interferência política nas eleições do Brasil e cita 'incidentes técnicos' em redes de Lula

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Ricardo Stuckert A Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e Whatsapp, disse nesta sexta-feira (16), em nota, que a empresa "não toma partido nessa nem em nenhuma outra eleição", afirmou que a conta do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a ser suspensa "por engano" e que "incidentes técnicos recentes" afetaram as duas campanhas na internet.

De acordo com o posicionamento, uma "lacuna" nas "proteções" da empresa fez com que a ferramenta de inteligência artificial da Meta elaborasse materiais de campanha que favoreciam o senador e também candidato Flávio Bolsonaro (PT).

"Nossos sistemas não classificam nem distribuem conteúdo com base em ideologia política, e nossas regras e sua aplicação valem igualmente para todos", declarou a empresa na nota.

Na quinta-feira (15), o ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, que até o fim do segundo turno das eleições, sob pena de multa diária de R$ 500 mil, a Meta não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral nem de Lula nem de Flávio Bolsonaro (PL).

A decisão foi dada em ação protocolada pela campanha de Lula, após dizer que a empresa "tem falhado, de forma reiterada e sistemática, na entrega de postagens da coligação".

Suspensão 'por engano' De acordo com a Meta, a conta de anúncios da campanha de Lula (PT) foi desativada "por engano" e "não por razões políticas" em 23 de setembro.

A suspensão, segundo a empresa, durou pouco mais de 1 hora - e a página oficial da campanha de Lula no Facebook e a conta no Instagram nunca foram bloqueadas.

"Em 23 de setembro, a conta de anúncios da campanha de Lula foi desativada por engano por pouco mais de uma hora, após um anúncio ter sido classificado como uma possível tentativa de se passar por um programa social do governo durante uma análise mais ampla de combate a fraudes.

A análise antifraude incorreta feita sobre este anúncio foi adotada no âmbito de um acordo firmado em 13 de abril de 2026 com a Advocacia-Geral da União (AGU) para combater golpes envolvendo programas federais".

A empresa afirmou que suspensão ocorreu por conta "das regras rígidas do Brasil para conteúdo digital" que, na avaliação da Meta, "aumentam o risco de aplicação excessiva e ameaçam a liberdade de expressão".

"Desde 2025, essas regras ampliaram a possível responsabilidade das plataformas por conteúdo e anúncios gerados por terceiros". 'Incidente técnico' Em 7 de outubro, a empresa disse que "um incidente técnico" afetou os sistemas que contabilizam reproduções e reprises de Reels.

O problema, ainda segundo a Meta, não ficou ficou restrito ao Brasil e à conta da campanha de Lula.

Ler a notícia completa no G1 Política ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1 Política

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›