XPML11 vende fatia de shopping em São Paulo por R$ 456 milhões
XPML11 vende fatia de shopping em São Paulo por R$ 456 milhões O XPML11 (XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário) concluiu a venda de sua participação de 16,99% no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, por R$ 456,3 milhões.
Em paralelo, o fundo finalizou a aquisição de participações em dois shopping centers na capital paulista, no valor total de R$ 70,9 milhões, conforme dois fatos relevantes publicados nesta sexta-feira (16).
Segundo a gestora, a alienação no Shopping Cidade Jardim deve gerar ganho de capital estimado em R$ 133,3 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 2,07 por cota.
As novas aquisições referem-se a participações no Shopping Metrô Boulevard Tatuapé e no Shopping Metrô Itaquera, ambos localizados em São Paulo.
Os comunicados indicam ainda que, embora as operações alterem a composição do portfólio e a alavancagem do fundo, não há definição de aumento imediato nos dividendos, atualmente distribuídos no patamar de R$ 0,92 por cota.
A gestora também detalhou efeitos previstos sobre despesas financeiras e resultado mensal.
XPML11 conclui venda do Shopping Cidade Jardim A participação no Shopping Cidade Jardim foi vendida ao JHSF Capital SCJ Fundo de Investimento Imobiliário.
A operação havia sido anunciada inicialmente em setembro e foi concluída após o atendimento às condições contratuais, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) .
Do montante total, aproximadamente R$ 121,9 milhões foram liquidados em dinheiro.
Outros R$ 151,9 milhões correspondem à transferência de uma dívida ao comprador.
O saldo de R$ 182,5 milhões será recebido em duas parcelas, com vencimentos em até seis e 12 meses, corrigidas pelo IPCA.
De acordo com a administração, a decisão considerou a necessidade de investimentos recorrentes no empreendimento, que consomem cerca de 35% do resultado operacional líquido do Shopping Cidade Jardim.
Com a conclusão da venda, a relação entre endividamento e patrimônio líquido do fundo deve recuar de 15,6% para 13,1%.
A gestora projeta também uma redução de despesas financeiras, com potencial de acrescentar aproximadamente R$ 0,02 por cota ao resultado mensal.
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