sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como criminosos usam aplicativos de relacionamento para roubar a biometria de usuários Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude OpenAI vai interromper fornecimento de modelos de IA para Cursor, da SpaceX Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Energia solar em casa: quanto custa e qual é o impacto na sua conta de luz Terra entra em alerta para tempestade solar nos próximos dias Grupo de ransomware diz ter roubado dados de Berlim e põe em leilão Meta promete frear vício em redes nos EUA. E no Brasil? Como criminosos usam aplicativos de relacionamento para roubar a biometria de usuários Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude OpenAI vai interromper fornecimento de modelos de IA para Cursor, da SpaceX Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Energia solar em casa: quanto custa e qual é o impacto na sua conta de luz Terra entra em alerta para tempestade solar nos próximos dias Grupo de ransomware diz ter roubado dados de Berlim e põe em leilão Meta promete frear vício em redes nos EUA. E no Brasil?
Últimas

Israel abre inquéritos criminais sobre assassinatos de Hind Rajab e socorristas em Gaza

UOL Notícias ·
Israel abre inquéritos criminais sobre assassinatos de Hind Rajab e socorristas em Gaza

JERUSALÉM/CAIRO, 19 Ago (Reuters) - As Forças Armadas de Israel anunciaram nesta quarta-feira que abrirão investigações internas sobre os assassinatos de grande repercussão cometidos por suas tropas ​em Gaza: o da menina palestina Hind Rajab, de 5 ​anos, em janeiro de 2024, e o de 15 profissionais de emergência e assistência humanitária em março de 2025, embora grupos de direitos humanos afirmem que tais investigações raramente resultam em condenações.

As Forças Armadas afirmaram que as decisões ​sobre as investigações foram tomadas após ⁠análises realizadas pelo ​seu Mecanismo de Apuração de Fatos e Avaliação. Foram divulgadas decisões relativas a ⁠cinco incidentes envolvendo a morte de palestinos.

Entre elas, estava ​uma análise dos assassinatos de sete trabalhadores humanitários da organização beneficente World Central Kitchen, em abril de 2024. Sobre esse incidente, as Forças Armadas disseram que “não havia suspeita razoável de ‌conduta criminosa que justificasse a abertura de ‌uma investigação criminal”.

Grupos ​de direitos humanos israelenses afirmam que as investigações por conduta criminosa contra tropas israelenses relacionadas à morte de palestinos raramente resultam em condenações.

Dan Owen, pesquisador da organização de direitos humanos Yesh Din, disse que, na ‌última década, apenas uma proporção “ínfima” das investigações resultou em acusações, enquanto a crescente pressão política “dissuade ainda mais as autoridades de aplicação da lei israelenses de responsabilizar os culpados, mesmo quando existem provas claras”.

Durante a ofensiva de Israel em resposta a um ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra de Gaza, Hind Rajab ficou presa dentro de um carro por horas, implorando por telefone celular aos paramédicos palestinos que enviassem ajuda, enquanto sua tia, seu tio e três primos já estavam mortos. Quando uma ‌ambulância chegou, perdeu-se o contato com a menina e com os próprios socorristas. Doze dias depois, os corpos da menina, de seus parentes e de dois paramédicos foram recuperados da ​área.

Um filme sobre a morte de Hind Rajab ganhou o Leão de Prata no Festival de Cinema de Veneza e foi indicado ao ‌Oscar.

Em março de 2025, 15 profissionais de emergência e de assistência humanitária do Crescente Vermelho, da Defesa Civil Palestina e das Nações Unidas foram resgatados de uma vala na areia, no sul da ‌Faixa de Gaza, segundo informaram autoridades da ‌ONU na época.

O chefe de ajuda humanitária da ONU, Tom Fletcher, disse em uma postagem no X que os corpos estavam enterrados perto ⁠de “veículos destruídos e bem identificados”, acrescentando: “Eles foram mortos pelas forças israelenses enquanto tentavam salvar vidas. Exigimos respostas e justiça.”

As forças israelenses afirmam que nunca atacaram deliberadamente civis na guerra de Gaza. Elas alegam que o grupo militante palestino Hamas coloca em risco a vida dessas pessoas ao usá-las como escudo humano.

Na época, as Forças ​Armadas de Israel não se pronunciaram ​diretamente sobre as mortes dos funcionários do Crescente Vermelho.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›