Alcaraz admite pressão durante recuperação e releva "pensamentos intrusivos"
Carlos Alcaraz está de volta ao circuito, mas o caminho até o retorno às quadras foi mais difícil do que o esperado.
O espanhol, atual campeão do US Open, revelou que a maior dificuldade durante os quase cinco meses afastado por uma lesão no punho foi lidar com a incerteza sobre quando poderia voltar a competir. - Quando comecei a treinar um pouco, foi difícil lidar com a parte mental, pois eu não sabia se estaria pronto para Cincinnati ou para o US Open, ou se perderia toda a série de torneios nos EUA - disse o espanhol.
Carlos Alcaraz e Serene Williams na entreia das duplas mistas no US Open Sarah Stier/Getty Images + Antes de cerimônia do Hall da Fama, Federer diz: "Espero ter representado bem o esporte" + Rafael Nadal recebe visita surpresa de fã em casa e viraliza com reação Segundo Alcaraz, os primeiros momentos da recuperação foram especialmente complicados.
Sem poder utilizar o braço direito normalmente, o tenista precisou reduzir drasticamente suas atividades e passou mais tempo em casa, ao lado da família e dos amigos. - Meu objetivo era tentar recuperar a saúde o mais rápido possível e evitar perder mais competições.
Por isso, diria que os pensamentos intrusivos foram a parte mais difícil de lidar nesse processo - completou.
Alcaraz, de 23 anos, perdeu boa parte da temporada de saibro por causa da lesão e também ficou fora de Roland Garros e Wimbledon.
O retorno competitivo aconteceu nesta semana, em Nova York, em uma partida de duplas mistas ao lado da americana Serena Williams.
Carlos Alcaraz treina com a raquete sem corda Agora, o desafio é maior: defender o título de simples do US Open.
Segundo cabeça de chave número 2, Alcaraz estreia contra o russo Roman Safiullin, número 98 do mundo.
No caminho até uma possível semifinal, poderá encontrar nomes como Arthur Fils, Ben Shelton, Novak Djokovic e Daniil Medvedev.
O espanhol chega ao torneio com pouco ritmo de partidas, mas mantém a expectativa de disputar novamente o título em Nova York.
Em janeiro, ele conquistou o Australian Open e chegou ao sétimo Grand Slam da carreira. - Preciso confiar na minha equipe, nas pessoas ao meu redor que me dizem que vai dar tudo certo.
Estou tentando deixar qualquer medo de lado e jogando normalmente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.