Série ‘Quem Comanda’: Wilsomar Sena aposta em gestão humana para reerguer o Interporto
Wilsomar Sena treinou os principais clubes do estado Arquivo pessoal A série ‘Quem Comanda’, do ge, entrevista os treinadores dos clubes participantes da Segunda Divisão Tocantinense.
O personagem da vez é o técnico Wilsomar Sena, natural de Peixe, que assume o comando do Interporto com a missão de reconduzir o tradicional clube de Porto Nacional à Primeira Divisão do futebol estadual. + Série ‘Quem Comanda’: Paulo Caroço revela paixão de infância e projeta a Segundona + Série ‘Quem Comanda’: uruguaio Hugo Pilo aposta em intensidade e obsessão por vitórias no Guaraí + Série ‘Quem Comanda’: atual campeão, Jairo Nascimento tenta encerrar jejum de 15 anos do São José Conhecido por revelar talentos e montar equipes competitivas, o experiente treinador projeta uma campanha de regularidade e imposição tática para atingir o principal objetivo do Tigre na temporada.
A relação de Wilsomar Sena com o futebol começou cedo, impulsionada pela paixão de infância pelo esporte.
Ele chegou a tentar a carreira como jogador profissional, mas logo percebeu que sua verdadeira vocação estava na beira do campo, na gestão e no estudo do jogo. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Samir Xaud declara que vai ajudar a FTF a conseguir naming rights para o Campeonato 2027 Para o treinador, a experiência prática nos gramados moldou sua sensibilidade para lidar com o lado humano dos atletas e ajudar no desenvolvimento deles como cidadãos. — Minha vivência dentro do futebol me ajudou a entender que cada jogador possui uma história, uma personalidade e uma maneira diferente de aprender e evoluir.
Procuro entender o jogador não apenas como atleta, mas como pessoa.
Sei que existe pressão, cobrança e momentos difíceis na carreira.
Por isso, acredito muito na proximidade e na liderança.
Com o passar dos anos, Wilsomar consolidou um estilo flexível e pautado pela intensidade coletiva.
Adepto de esquemas como o 4-3-3, o 3-5-2 e o 4-2-3-1, ele considera a tática um recurso de adaptação, ao declarar que o sistema de jogo é uma ferramenta e não uma prisão.
Para ele, o mais importante no time são os princípios de jogo, como a organização, intensidade, ocupação dos espaços, capacidade de pressionar e coragem para jogar.
Na trajetória como treinador, Wilsomar destaca duas passagens marcantes como verdadeiros divisores de águas na carreira: o trabalho no Batalhão FC e a sequência no Capital FC.
À frente do Batalhão, o técnico conquistou o título da Segunda Divisão em 2023 e, no mesmo ciclo, faturou o vice-campeonato estadual Sub-20 com um elenco formado majoritariamente por garotos abaixo da idade limite da categoria. — O importante foi entender que o trabalho não se limitou aos resultados dentro de campo.
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