domingo, 30 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
‘Povo quer mudança’, diz palestino sobre eleições em meio ao genocídio israelense Venezuela diz que acordo sobre petróleo com EUA mantém soberania e garante desenvolvimento O Brasil não deve entregar seus minerais críticos Fernando Cerimedo e sócio atuaram na articulação internacional de Bolsonaro, diz jornal Rússia realiza novos ataques contra armazém próximo a Kiev Governo Militar da Guiné-Bissau quer reformular sistema politico com consulta popular Ex-presidente do Equador é condenado a cinco anos por corrupção Greve de médicos no Paraguai termina sem acordo após anúncios de demissões em massa Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa ‘Povo quer mudança’, diz palestino sobre eleições em meio ao genocídio israelense Venezuela diz que acordo sobre petróleo com EUA mantém soberania e garante desenvolvimento O Brasil não deve entregar seus minerais críticos Fernando Cerimedo e sócio atuaram na articulação internacional de Bolsonaro, diz jornal Rússia realiza novos ataques contra armazém próximo a Kiev Governo Militar da Guiné-Bissau quer reformular sistema politico com consulta popular Ex-presidente do Equador é condenado a cinco anos por corrupção Greve de médicos no Paraguai termina sem acordo após anúncios de demissões em massa Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa
Últimas

Biografias (por Mary Zaidan)

Metrópoles ·
Biografias (por Mary Zaidan)

Mario Covas, um gigante da política brasileira, dizia que a biografia era o melhor cartão de visitas de um homem público.

Nas disputas eleitorais das quais participou, antes e depois da ditadura militar, convidava o eleitor a comparar o histórico de vida dos candidatos, evidenciando a coerência e o compromisso com a democracia.

Acreditava que o cidadão preferia ouvir um não “verdadeiro” a promessas vazias.

Tinha ojeriza à mentira.

Eram outros tempos e a política de hoje não tem qualquer semelhança com aquela época.

Biografias, então, contam-se nos dedos quem pode exibi-las.

Depois de um debate na Band em que as ausências dos primeiros colocados nas pesquisas foram mais expressivas do que as presenças, a semana de entrevistas no horário nobre da TV Globo talvez tenha sido o primeiro momento em que o público pode juntar elementos comparativos dos principais candidatos à Presidência.

Da curtíssima biografia apresentada no início de cada rodada ao comportamento do postulante diante de perguntas incômodas.

Lula tropeçou na resposta sobre a lobista amiga de seu filho, Flávio Bolsonaro abusou das mentiras.

Como era previsível, a torcida de cada time vangloriou seu ponta de lança e execrou os jornalistas Renata Vasconcelos e César Tralli.

Tudo dentro do script.

Mas entre denúncias daqui e dali, o que o eleitor ficou sabendo da história dos candidatos? Romeu Zema, do Novo, governou Minas Gerais por dois mandatos.

Sabe-se que ele é um empresário bem sucedido.

E pronto.

Ler a notícia completa no Metrópoles ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

Mais de Metrópoles

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›