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'Lula não é o primeiro nem será o último a aprovar medidas às vésperas de eleições', diz leitor

Folha de S.Paulo ·
'Lula não é o primeiro nem será o último a aprovar medidas às vésperas de eleições', diz leitor

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Eventualmente, a aprovação de medidas às vésperas de eleições pode ter um quê eleitoreiro, mas faz parte do jogo. Lula não é o primeiro nem será o último a fazer isso: Bolsonaro fez o mesmo em 2022 . O importante é que a medida seja boa para a população. Se assim for, que se aprove até um dia antes de passar a faixa. Emanuel Pessoa (São Paulo, SP)

É uma estratégia de campanha simples. Seja o presidente Lula aprovando o fim das bets ou o candidato Flávio Bolsonaro, que agora declara que votará pelo fim da escala 6x1. Qualquer um o faz na corrida para ganhar votos perto do 2º turno. Na última hora, os políticos se utilizam de um apelo que sempre esteve ali. Luís Eduardo Lopes Diniz Soares (Londrina, PR)

Vejo como compra de votos e abuso de poder econômico. Rosane Gularte (Bagé, RS)

Reprovo esse tipo de ação. É populismo irresponsável! Para tentar a reeleição, penso que o presidente deveria ter que se afastar. Debora Alves (São Paulo, SP)

Soa como manobra para tentar reverter a rejeição popular, na tentativa de mascarar problemas econômicos que impactam profundamente o povo. Larise Gomes Trajano (Cuiabá, MT)

O presidente segue trabalhando em período eleitoral . As necessidades do povo não param. Robson Farias (São Paulo, SP)

Depende: as decisões devem refletir o histórico do candidato. Caso um candidato tenha passado seu mandato aprovando medidas pró-educação ou segurança pública, é natural que as mantenha mesmo às vésperas da eleição. Alessa Christine Cruz Chagas (Salvador, BA)

Irresponsável! Compromete o tesouro sem garantia nem segurança para o pós-eleição. Juliana da Gama Cogo (Rio Claro, SP)

Vejo com bons olhos a aprovação de medidas que tragam benefícios reais à população, mesmo perto das eleições . Governar é uma responsabilidade permanente, e ações positivas não devem ser interrompidas por causa do calendário eleitoral. Estou satisfeita com o presidente Lula e acredito que muitas das medidas adotadas têm melhorado a vida dos brasileiros, especialmente dos que mais precisam. Afinal, o mandato vai até 31 de dezembro, e ele deve continuar governando. Isabel Mendes Faria (Rio Grande, RS)

Se forem cumpridas, sem problema. Mas têm que sair do papel. O político vive de projetos, e, se não os cumpre, morre com a promessa. Iran Alves Ferreira (Brasília, DF)

Para mim, a aprovação de medidas em véspera de eleições funciona como compra de votos. Deveria ser punida como crime eleitoral. Prejudica o país, principalmente quando não está prevista no orçamento. Ana Cecília Campos Caixeta (Patos de Minas, MG)

Atualmente, é a única medida possível para salvar a democracia. Estamos à beira de eleger um fascista. Tudo é válido. Manuela Chaves Simões Ferreira (São Paulo, SP)

Ele é presidente, está exercendo o mandato. Correto. Prerrogativa de presidente. Ricardo da Silva Gomes (Volta Redonda, RJ)

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

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