PF destrói pista de pouso clandestina em meio à floresta usada por quadrilha para transportar drogas no Amazonas
Polícia Federal destrói pista de pouso clandestina em floresta no Amazonas Agentes da Polícia Federal destruíram uma pista de pouso clandestina construída em meio à floresta, no município de Tefé, no interior do Amazonas.
Segundo as investigações, o local era usado por uma organização criminosa como base para aeronaves carregadas com drogas vindas da Colômbia.
Assista acima.
A destruição da pista ocorreu durante a Operação La Máquina, deflagrada nesta quinta-feira (13), que também cumpriu mandados de busca e apreensão em Manaus.
Ao todo, dez pessoas foram presas, incluindo um dos chefes do núcleo logístico do Comando Vermelho (CV) no Amazonas, Wellisson dos Santos Albarado.
A Operação La Máquina foi deflagrada pela PF junto ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Amazonas (MPAM) e ao BOPE da Polícia Militar do Amazonas, para investigar uma organização criminosa ligada ao CV suspeita de atuar no tráfico interestadual de drogas e na lavagem de dinheiro. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No início da manhã, os policiais fizeram buscas em endereços ligados aos investigados.
Em uma casa na capital, foram apreendidos um carro de luxo, armas e dinheiro.
O proprietário do imóvel foi preso.
A Justiça também determinou o fechamento de dois centros comerciais em Manaus e o bloqueio de R$ 8 milhões em bens e valores relacionados ao grupo.
Entre os presos está Wellison dos Santos Albarado, apontado pela polícia como um dos chefes do Comando Vermelho.
Segundo as investigações, ele comandava traficantes que atuavam no Amazonas mesmo estando no Rio de Janeiro.
“É uma operação importante, que já consegue dissuadir a atuação dessa organização criminosa desde a origem, no modal que eles normalmente utilizam, que é o aéreo, e também já atua na descapitalização, que é o principal enfoque dessa operação”, afirmou a superintendente da PF no Amazonas, Danielle Mady.
Operação da PF mira organização que usava aviões adulterados no tráfico de drogas e movimentou R$ 35 milhões Reprodução/Rede Amazônica Pistas eram construídas para garantir logística Segundo a investigação, a organização criminosa recrutava pilotos e cooptava empresários para viabilizar o esquema.
O grupo também financiava a compra de aeronaves e a construção de pistas clandestinas em áreas de floresta para garantir a logística do transporte de drogas.
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