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Eduardo Razuk: Justiça determina liberdade de influencer que rifava carros de luxo e do irmão, diz defesa

G1 Mato Grosso do Sul ·
Eduardo Razuk: Justiça determina liberdade de influencer que rifava carros de luxo e do irmão, diz defesa

Eduardo Razuk: influencer é preso suspeito de fazer rifas ilegais de carros de luxo A Justiça revogou a prisão preventiva do influenciador Eduardo Razuk e do irmão dele, Rafael Razuk, e determinou a soltura dos dois nesta segunda-feira (31).

A decisão também impôs medidas cautelares.

A informação foi divulgada pelos advogados de defesa Tiago Bunning e João Paulo Calves.

Segundo a defesa de Eduardo, o pedido de revogação da prisão apresentou argumentos sobre a legalidade dos sorteios divulgados pelo influenciador.

Os advogados também sustentaram que as medidas cautelares já cumpridas, como buscas, sequestro de bens e valores e suspensão das redes sociais, "seriam suficientes para assegurar a investigação e tornavam a prisão desnecessária." ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Medidas cautelares Na decisão, a juíza May Melke Siravegna determinou que os irmãos deverão cumprir as seguintes medidas cautelares: comparecimento pessoal e mensal em juízo, enquanto perdurar a necessidade da medida, para informar e justificar suas atividades; proibição de se ausentar do território nacional, com entrega do passaporte em juízo no prazo de 48 horas após o cumprimento do alvará de soltura; manutenção integral das demais medidas decorrentes das cautelares já determinadas.

A magistrada afirmou que a prisão preventiva não é mais necessária e que, no atual estágio da investigação, é suficiente substituí-la por outras medidas cautelares.

Segundo a juíza, houve uma mudança no cenário desde a decretação da prisão preventiva, que ocorreu antes da deflagração da operação, quando ainda era necessário garantir o cumprimento de uma série de medidas, como buscas e apreensões, bloqueios patrimoniais, sequestro de bens, apreensão de dispositivos eletrônicos e restrições relacionadas às redes sociais utilizadas na atividade investigada.

As medidas foram cumpridas, conforme a decisão.

A magistrada também afirmou que a investigação policial foi concluída, com a apresentação do relatório final, e que o procedimento aguarda apenas a análise do Ministério Público para eventual oferecimento de denúncia.

Ainda segundo a decisão, com a conclusão do inquérito e a realização das diligências consideradas necessárias pela autoridade policial, o risco de interferência dos investigados na produção de provas foi reduzido.

A juíza considerou que, embora o Ministério Público tenha informado que perícias e análises técnicas ainda poderiam estar em andamento, isso, por si só, não demonstra risco concreto de que os investigados, em liberdade, tenham meios de alterar ou suprimir elementos já apreendidos e sob custódia.

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