sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Trump suspende sanções à Rússia após acordo para comprar diesel› Borges: Flávio e Lula não fizeram nem golaços, nem gols contra na Globo› Reitor da PUC-PR morre em acidente durante viagem nos Estados Unidos› Casado: Itamaraty está em alerta mesmo com Flávio negando Eduardo chanceler› Morre o Irmão Rogério Renato Mateucci, reitor da PUC-PR após acidente nos EUA› Ana Maria Braga revela que já fez aborto; "não tinha outro caminho"› Sírio-Libanês identifica possível acesso não autorizado a sistema interno› Na Globo, Flávio erra sobre 'Dark Horse' e ao citar documentário de Lula› Trump exime Rússia de novas sanções aprovadas pelo Congresso› Casado: Flávio se diferenciou do pai, mas deixou perguntas sem resposta› Trump suspende sanções à Rússia após acordo para comprar diesel› Borges: Flávio e Lula não fizeram nem golaços, nem gols contra na Globo› Reitor da PUC-PR morre em acidente durante viagem nos Estados Unidos› Casado: Itamaraty está em alerta mesmo com Flávio negando Eduardo chanceler› Morre o Irmão Rogério Renato Mateucci, reitor da PUC-PR após acidente nos EUA› Ana Maria Braga revela que já fez aborto; "não tinha outro caminho"› Sírio-Libanês identifica possível acesso não autorizado a sistema interno› Na Globo, Flávio erra sobre 'Dark Horse' e ao citar documentário de Lula› Trump exime Rússia de novas sanções aprovadas pelo Congresso› Casado: Flávio se diferenciou do pai, mas deixou perguntas sem resposta
Brasil

TSE proíbe Meta de restringir ou favorecer publicações sobre candidatos à presidência

ND+ ·
TSE proíbe Meta de restringir ou favorecer publicações sobre candidatos à presidência

Decisão impede que a big tech reduza a distribuição de publicações, exclua recomendações ou limite os resultados de buscas envolvendo os presidenciáveis

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu por unanimidade, nesta sexta-feira (16), referendar a medida que obriga a Meta a garantir tratamento isonômico aos candidatos à Presidência da República.

A decisão impede que a big tech reduza a distribuição de publicações, exclua recomendações ou limite os resultados de buscas envolvendo os presidenciáveis.

Segundo a Agência Brasil, o plenário do TSE manteve a determinação liminar do ministro Marco Aurélio Belizze, que impôs série de ações à ferramenta, incluindo ajustes na ferramenta de inteligência artifical diante da constatação que ela gerava informações sobre o candidato Flávio Bolsonaro (PL) e não fazia o mesmo sobre o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Caso a empresa descumpra a ordem de normalizar a entrega de conteúdos de forma igualitária, estará sujeita a uma multa diária estipulada em R$ 500 mil.

O impasse teve início após uma representação da campanha à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A equipe do candidato denunciou uma assimetria no funcionamento dos comandos de inteligência artificial da plataforma: a ferramenta impedia a geração de imagens de Lula, mas permitia normalmente a criação de conteúdos visuais relacionados ao candidato adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

Em resposta às acusações, a Meta justificou que as limitações visavam justamente cumprir as normas eleitorais do país.

A empresa alegou ter suspendido temporariamente a recomendação de políticos e implementado filtros que bloqueavam a geração de imagens a partir de comandos que contivessem o primeiro nome ou o número de urna dos candidatos.

Apesar da defesa técnica da plataforma, a corte eleitoral consolidou o entendimento de que a moderação algorítmica deve ocorrer sem prejuízo ou favorecimento a qualquer uma das candidaturas.

Ler a notícia completa no ND+ ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ndmais.com.br — o conteúdo pertence a ND+.

Este assunto em outros veículos

Mais de ND+

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›