Taxas do Tesouro Direto voltam a subir com foco em eleições e aprovação do fim da escala 6x1; onde investir?
Em mais um dia de alta, as taxas de remuneração dos títulos do Tesouro voltaram a acelerar nesta quinta-feira (15), com o resultado da pesquisa Quaest que apontou empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro, com 44% do petista ante 46% do senador.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Soma-se a isso a repercussão da aprovação da PEC que acaba com o fim da escala 6x1 ontem no Senado.
Fim da escala 6x1: quais ações da bolsa podem ganhar ou perder com a mudança? Investimentos nos EUA: o que está atraindo o dinheiro dos brasileiros? Base Exchange inicia fase de cadastro de bancos e corretoras No início da manhã, logo após a abertura dos negócios, por volta das 9h40, as principais taxas têm alta: Tesouro Prefixado 2029: 12,64%, ante os 12,51% do dia anterior; Tesouro Prefixado 2032: oferece 12,87% (ante os 12,72% de ontem); Tesouro IPCA+ 2032: paga IPCA + 6,80%, ante a remuneração de 6,71% da última sessão; Tesouro IPCA+ 2040: remunera IPCA + 6,73%, ante IPCA + 6,58% antes; Tesouro IPCA+ 2050: IPCA +6,74% , ante IPCA + 6,69% de ontem.
Taxas do Tesouro Direto em 15 de outubro
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