domingo, 30 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
O Brasil não deve entregar seus minerais críticos Fernando Cerimedo e sócio atuaram na articulação internacional de Bolsonaro, diz jornal Rússia realiza novos ataques contra armazém próximo a Kiev Governo Militar da Guiné-Bissau quer reformular sistema politico com consulta popular Ex-presidente do Equador é condenado a cinco anos por corrupção Greve de médicos no Paraguai termina sem acordo após anúncios de demissões em massa Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa ‘Povo quer mudança’, diz palestino sobre eleições em meio ao genocídio israelense Sobe para 682 o número de mortos após enchente no Nepal O Brasil não deve entregar seus minerais críticos Fernando Cerimedo e sócio atuaram na articulação internacional de Bolsonaro, diz jornal Rússia realiza novos ataques contra armazém próximo a Kiev Governo Militar da Guiné-Bissau quer reformular sistema politico com consulta popular Ex-presidente do Equador é condenado a cinco anos por corrupção Greve de médicos no Paraguai termina sem acordo após anúncios de demissões em massa Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa ‘Povo quer mudança’, diz palestino sobre eleições em meio ao genocídio israelense Sobe para 682 o número de mortos após enchente no Nepal
Últimas

PSB foca em ampliar bancada na Câmara e se alia ao PT em 21 dos 27 estados

Metrópoles ·
PSB foca em ampliar bancada na Câmara e se alia ao PT em 21 dos 27 estados

Partido do vice-presidente Geraldo Alckmin , o PSB formou aliança com o PT em 21 dos 27 estados.

É a maior união entre as duas siglas da história.

Tamanha sinergia só foi possível porque a prioridade de ambas é a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além disso, o PSB focou toda a energia em aumentar a bancada na Câmara dos Deputados , deixando o caminho livre nas chapas majoritárias para alianças com o PT.

A avaliação é do ministro do Empreendedorismo e secretário-geral do PSB, Paulo Henrique Pereira .

“A necessidade de eleger o presidente Lula como foco da nossa estratégia e uma certa densidade do nosso esforço para nos fortalecer no Congresso é o que justifica esse movimento”, diz o ministro em entrevista ao Metrópoles (veja abaixo na íntegra).

A exceção é o presidente do partido, João Campos (PSB) , que concorre ao governo de Pernambuco, em uma disputa acirrada com a atual governadora Raquel Lyra (PSD) .

A última pesquisa Quaest, divulgada na terça-feira (25/8), mostra Raquel com 44% das intenções de voto contra 36% do ex-prefeito de Recife.

Além da estratégia eleitoral do PSB, Paulo Henrique Pereira comenta a importância do pleito de 2026 para o futuro do país e do seu partido, fala sobre empreendedorismo e as relações de trabalho contemporâneas.

Pereira também critica os presidenciáveis Pablo Marçal (PRTB) e Renan Santos (Missão) .

Segundo o ministro, eles tentam capturar, sem legitimidade, a pauta empreendedora.

“Eleição definidora” O ministro do empreendedorismo defendeu que as eleições de 2026 são importantes porque, provavelmente, será o último pleito em que os líderes políticos que participaram da elaboração da Constituição de 1988 serão protagonistas.

“É a última eleição do presidente Lula”, exemplifica o ministro.

“Essa eleição é definidora para que a gente possa garantir o legado da Constituição de 88 e desse período que entregou muito para o Brasil”, acrescenta.

Ler a notícia completa no Metrópoles ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

Mais de Metrópoles

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›