Caças da Otan abatem drone em espaço aéreo da Lituânia
Dois caças F-2000 Eurofighter da Força Aérea Italiana abateram um drone que violou o espaço aéreo da Lituânia na noite da última segunda-feira, 14 de setembro, conforme informado pelo Ministério da Defesa da Itália.
As aeronaves integram a força-tarefa aérea Baltic Thunder III, parte da missão de defesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no flanco oriental da aliança.
Este é o segundo incidente do tipo envolvendo caças italianos em um mês, evidenciando a crescente tensão na região.
Caças italianos abatem um drone que violou o espaço aéreo da Lituânia, em mais um incidente na região.
O dispositivo não tripulado caiu em área rural e há suspeitas de que seja de origem russa, aguardando confirmação.
O incidente sublinha a importância da prontidão militar da Otan para defender seu flanco oriental contra incursões.
Investigação sobre a origem do drone Os Eurofighter foram acionados em missão de emergência após a detecção da aeronave não tripulada, neutralizando-a conforme os procedimentos operacionais da Otan.
A emissora pública lituana LRT reportou que o dispositivo caiu em uma área rural perto do Lago Kaunas, na região central do país, citando o Centro Nacional de Gestão de Crises.
Embora fontes da Otan apontem para uma possível origem russa, essa informação carece de confirmação e será apurada por investigações das autoridades lituanas e da própria aliança.
O presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, utilizou a rede social X para confirmar o ocorrido.
Ele declarou que “um drone que violou o espaço aéreo lituano durante a noite foi rapidamente abatido por caças da Otan”, mas evitou especular sobre a procedência do aparelho.
Por que a presença da Otan é crucial nos países bálticos? Nauseda enfatizou que a escalada da agressão russa na Ucrânia torna a prontidão militar “vital” para a segurança regional.
O ministro das Relações Exteriores lituano, Kestutis Budrys, agradeceu o apoio dos aliados e assegurou que a Otan permanece “vigilante, comprometida e pronta” para atuar.
A Força Aérea Italiana, presente na região, integra os esforços da Otan para fortalecer a defesa aérea dos países bálticos.
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