Olímpico abandonado: por que antigo estádio do Grêmio ainda não foi demolido
Felipão, Mazaropi e Paulo Nunes se despedem do Estádio Olímpico A troca de chaves entre estádio Olímpico e Arena do Grêmio segue sem data para ocorrer.
O clube aguarda definição da OAS 26 e da Karagounis sobre como e quando pretendem assumir a área do antigo estádio.
O assunto foi atualizado pela gestão ao Conselho Deliberativo na última semana. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google O Grêmio garante estar apto a fazer a troca de propriedades, que foi prevista no negócio inicial da construção da Arena.
Com a compra da dívida pelo empresário Marcelo Marques (dois terços) e pelo próprio clube gaúcho, a nova casa tricolor deixou de estar alienada judicialmente. + Alô, torcida tricolor! O ge Grêmio está no WhatsApp! A direção do Grêmio segue em tratativas com a OAS 26 e Karagounis, empresa vinculada à Caixa Econômica Federal.
Havia um prazo de resposta para as empresas até o fim de julho, sobre a implementação da permuta, o que não foi atendimento por ambas.
Casa do Grêmio por quase 60 anos, Estádio Olímpico começará a ser demolido em 2026 O Grêmio, por sua vez, afirma estar de acordo com todas as obrigações contratuais implementadas.
Novos encontros entre as partes ocorreram desde então, mas sem avanços práticos.
O ge entrou em contato com a Coesa, que detém a OAS 26, e com a Karagounis.
Ambas, novamente, não se manifestaram, assim como ocorreu em reportagem de setembro do ano passado.
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Desde a construção da Arena, a troca de chaves se tornou um imbróglio que se arrasta por dois principais motivos: as dívidas pela construção do estádio – que não existem mais – e as obras de infraestrutura no entorno do Arena, que seriam contrapartidas da OAS 26, empresa oriundo do desmembramento da antiga OAS, construtora da moderna casa gremista na zona norte de Porto Alegre.
Houve uma discussão jurídica em torno dessa última responsabilidade, e o Grêmio, conforme apurou o ge, tem estabelecido que não possuiu obrigações para com essas obras.
A maior parte dos investimentos cabe a OAS 26.
A empresa precisa se comprometer com a execução das obras, isto é, pagá-las.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.