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O aleitamento materno pode mesmo afetar o resto das nossas vidas? A resposta é sim

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O aleitamento materno pode mesmo afetar o resto das nossas vidas? A resposta é sim

Patrícia Cristina Lisboa é professora titular de Fisiologia no Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

O texto a seguir, escrito com Egberto Gaspar Moura, Luana Lopes de Souza e Rosiane Aparecida Miranda, foi originalmente publicado no site The Conversation , que reúne artigos escritos por pesquisadores.

Vale a visita.

Menos de 50% das crianças em todo o mundo hoje são amamentadas exclusivamente ao seio até o sexto mês de vida , de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Isso não é uma boa notícia.

O leite materno é muito mais que alimento.

Ele oferece benefícios para o bebê, como nutrição completa e equilibrada, com composição dinâmica adaptada às necessidades de cada fase do seu crescimento.

Os perigos ocultos dos peptídeos para as mulheres Ele oferece componentes essenciais para a proteção imunológica: reduz riscos de infecções respiratórias, diarreias e alergias.

E mais: a amamentação reforça o vínculo afetivo entre mãe e filho.

Promove benefícios para a mãe, como a redução do risco de câncer de mama e de ovário, e auxilia na recuperação pós-parto.

Continua após a publicidade Fortaleça o que funciona A cada ano, a campanha tem um slogan específico.

E aborda diferentes aspectos, desde o apoio no local de trabalho até o papel dos profissionais de saúde e da família no sucesso da amamentação.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

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