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Tubarões podem ajudar cientistas a prever força de furacões

Metrópoles ·
Tubarões podem ajudar cientistas a prever força de furacões

Tubarões podem se tornar aliados inesperados na previsão da intensidade de furacões.

Pesquisadores estudam usar os animais como plataformas móveis de observação , equipadas com sensores que coletam informações enquanto eles percorrem o oceano.

A possibilidade foi analisada em estudo publicado no ICES Journal of Marine Science , com pesquisadores da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos.

Os cientistas avaliaram dados históricos de rastreamento por satélite de 11 espécies de tubarões nos oceanos Atlântico e Pacífico.

A proposta não é fazer com que os animais prevejam diretamente um furacão.

Sensores instalados neles podem registrar temperatura, condutividade e profundidade da água , fornecendo informações de regiões difíceis de monitorar.

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Águas mais quentes fornecem energia às tempestades , e conhecer a distribuição do calor em diferentes profundidades ajuda a entender quanto combustível está disponível.

Ao percorrer grandes distâncias e mergulhar, tubarões equipados com sensores poderiam produzir perfis da coluna de água.

Os dados serviriam como complemento às medições feitas por outros sistemas de observação.

Os sensores podem registrar: Temperatura em diferentes profundidades; Condutividade, relacionada à salinidade; Profundidade dos mergulhos; Mudanças nas condições da água durante o percurso.

Três vezes mais dados por uma fração do custo Entre as 11 espécies analisadas, os pesquisadores identificaram maior potencial nos tubarões-mako de barbatana curta do Atlântico e do Pacífico e nos tubarões-azuis do Pacífico.

Os padrões de movimento de algumas espécies também apresentaram escalas compatíveis com fenômenos como furacões e eventos de ressurgência , quando águas profundas chegam às camadas superiores.

Em uma comparação teórica, os pesquisadores estimaram que tubarões equipados com sensores poderiam fornecer três vezes mais perfis independentes de temperatura e condutividade da água por cerca de 15% do custo operacional de planadores submarinos, robôs utilizados no monitoramento oceânico.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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