Flávio minimiza crítica de escolhido para Saúde sobre gestão na pandemia
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) minimizou, neste sábado (29/8), críticas feitas pelo médico Claudio Lottenberg, anunciado por ele como futuro ministro da Saúde, caso seja eleito, à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia da Covid-19.
Questionado sobre as declarações do médico à época, Flávio afirmou que prefere não discutir o passado e disse que “ninguém tem certeza” sobre o que deveria ter sido feito durante a crise sanitária.
Veja: Assista: “Eu estou olhando para a frente.
O passado, não adianta ficar discutindo.
Eu acredito que muita coisa que a gente passou pela pandemia, até agora ninguém tem certeza exatamente de qual é a melhor forma, o que tinha que ser feito, o que deu certo, o que não deu”, alegou o candidato.
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Presidente do Conselho do Hospital Israelita Albert Einstein e ex-diretor da instituição, ele foi escolhido, segundo o parlamentar, para levar “o padrão Einstein para todo o SUS”.
A escolha foi anunciada durante a sabatina realizada na TV Globo nessa sexta-feira (28/8) .
O senador participa neste sábado de uma motocarreata e de uma “barcociata” em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, ao lado de Douglas Ruas (PL) , candidato ao governo fluminense, e de Renato Araújo (PL), aliado do clã Bolsonaro que disputará uma vaga na Câmara dos Deputados.
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1 de 4 Metrópoles/ Sam Pancher 2 de 4 Metrópoles/ Sam Pancher 3 de 4 Metrópoles/ Sam Pancher 4 de 4 Flávio Bolsonaro em campanha eleitoral no Rio de Janeiro Metrópoles/ Sam Pancher Críticas à gestão Bolsonaro na pandemia Em entrevista ao jornal O Globo publicada em março de 2021, quando o Brasil registrava mais de 2 mil mortes por Covid-19 em 24 horas , Lottenberg criticou a falta de coordenação do governo federal no combate à doença e a ausência de lideranças políticas como exemplo no cumprimento de medidas sanitárias.
“Existe uma falta de engajamento por parte do paciente em relação ao seu próprio cuidado.
Mas também precisávamos de modelos, de orientação.
E não vimos uma linguagem única, em caráter nacional.
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