Aos 92 anos, bordadeira de SC mantém viva tradição dos imigrantes
Ondina Kunde e outras mulheres são personagens de uma pesquisa que reúne histórias e peças que ajudam a reconstruir a memória dos bordados em Joinville
Aos 92 anos, dona Ondina Kunde ainda borda em ponto cruz e desenha os riscos que vão dar forma a novas peças. O trabalho manual, aprendido há décadas, continua fazendo parte da rotina da bordadeira e ajuda a contar uma história que atravessou gerações em Joinville , no Norte de Santa Catarina.
Junto conta dona Ondina está Lori Altmann, de 75 anos, que mantém o domínio do ponto cheio reto no Grupo de Mulheres Rurais da Estrada Palmares. Mais do que a diferença de idade, as duas têm em comum um conhecimento transmitido entre mulheres e preservado em linhas e tecidos.
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