Dia do Combate ao Fumo: parar de fumar melhora a saúde em qualquer fase da vida
Sensibilidade mais aguçada nos dentes, aquela tosse seca que não vai embora e uma falta de ar persistente ao subir as escadas são sintomas simples, iniciais e que podem ser associados a doenças como enfisema pulmonar, bronquite crônica ou até um câncer de pulmão, principalmente se você for uma pessoa que fuma.
O Dia de Combate ao Fumo é celebrado neste sábado, 29, e, nesta matéria, você, fumante, vai perceber que não existe idade ou momento certo para parar de fumar, abandonar o hábito traz benefícios em qualquer fase da vida e permite tratar seus efeitos para viver com mais saúde.Por isso, os impactos dos cigarro não devem ser associados apenas às doenças que podem levar à morte, interromper o hábito desde cedo é uma forma de evitar o desenvolvimento de problemas de saúde que não provocam a morte imediata.
A médica, Yanne Amorim, é especialista em cuidados paliativos, líder da linha de cuidados paliativos do hospital Florence, e chama atenção para essa perspectiva."Muitas vezes a preocupação é 'vamos evitar o cigarro pensando diretamente na morte', na morte por câncer, morte por infarto.
Mas antes disso, a gente precisa falar de outras doenças que o cigarro provoca e que não levam à morte imediata.
O cuidado paliativo é importante e deve estar em conjunto com a reabilitação do paciente, não apenas quando os danos já são irreversíveis", ressalta ela.Por que parar fumar?Consumir o tabaco, de todas as formas, é prejudicial, seja por charuto, cachimbo, rapé, narguilé, cigarro tradicional ou o eletrônico, desde o primeiro uso é possível identificar consequências.Quando a fumaça é inalada, ela passa pela boca, pela garganta e chega aos pulmões.
Depois, a nicotina é distribuída pelo sistema circulatório, atingindo o resto do corpo e rapidamente o cérebro, onde causa alterações no humor e uma sensação de relaxamento.Essa substância aumenta o batimento cardíaco, a frequência respiratória, a pressão arterial e a atividade motora do corpo, além de que algumas pessoas também podem sentir efeitos colaterais, como náuseas, tontura e cefaleia.Com o tempo, os efeitos podem diminuir, mas os danos a saúde só aumentam.
Aqueles sintomas simples, citados no início desta matéria, começam a fazer parte da rotina do fumante e se torna perceptível mudanças no paladar, no olfato e na reação corporal ao faltar a substância, irritabilidade, insônia e dor de cabeça, por exemplo.Os sintomas percebidos no dia a dia é apenas a ponta do iceberg, a exposição contínua à nicotina aumenta o risco de diferentes doenças que atingem os pulmões, mas também outros sistemas do organismo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.