Tivit migra ambiente SAP da Cemig para AWS
A TIVIT , multinacional do Grupo Almaviva e prestadora de soluções digitais, concluiu a migração dos workloads SAP da Cemig , uma das maiores companhias do setor elétrico brasileiro, para a Amazon Web Services (AWS) .
O projeto reduziu em 40% o tempo de resposta dos sistemas, melhorou em 40% a performance das transações e economizou 51 minutos no processamento de rotinas corporativas críticas.
A operação envolveu a movimentação de cerca de 800 TB de dados e a migração integral de um ambiente SAP corporativo altamente integrado, com sistemas essenciais para faturamento, relacionamento com consumidores, integração de operações, gestão de ativos e conformidade regulatória.
Todo o ambiente produtivo foi transferido em uma única janela de fim de semana, sem impacto à continuidade operacional da Cemig.
Conduzido ao longo de seis meses, o projeto mobilizou mais de 130 especialistas — entre arquitetos de soluções AWS, especialistas SAP, DBAs, engenheiros de sistemas, profissionais de virtualização e storage, equipes de segurança e auditoria, Technical Account Managers e representantes das áreas de negócio do cliente.
Essa atuação multidisciplinar permitiu avaliar decisões técnicas também sob a ótica de seus impactos operacionais, fator considerado essencial em um ambiente SAP de missão crítica.
Para reduzir riscos e garantir previsibilidade, a TIVIT estruturou uma metodologia baseada em governança, automação e simulações de ponta a ponta.
Foram realizados sete ciclos completos de simulação, contemplando transferência de dados, reconstituição dos sistemas, validação de integrações, testes de desempenho e checagens funcionais.
Os aprendizados de cada etapa foram incorporados ao plano final, o que permitiu executar a operação dentro da janela prevista.
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Em ambientes SAP de missão crítica, especialmente em setores regulados como energia, é fundamental entender os processos de negócio que sustentam a operação do cliente”, afirma Carlos Henrique Batista , diretor de Operações da TIVIT.
A complexidade da operação não estava apenas no volume de dados, mas também na interdependência entre os sistemas migrados: falhas de integração ou inconsistências no processo poderiam afetar rotinas críticas como faturamento, atendimento ao consumidor e fechamento de ciclos internos.
Com a nova arquitetura em nuvem, a Cemig passa a operar sobre uma base tecnológica mais moderna, resiliente e escalável, preparada para sustentar novos ciclos de transformação digital.
“Cloud migration deixou de ser apenas uma discussão de infraestrutura.
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