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Economia

Preço do petróleo sobe, volta a se aproximar de US$ 100 e pressiona Bolsas

UOL Economia ·
Preço do petróleo sobe, volta a se aproximar de US$ 100 e pressiona Bolsas

Os preços do petróleo sobem pelo quarto dia consecutivo e guiam a instabilidade entre os principais mercados acionários do mundo. Os movimentos são guiados pelo aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Cotação do petróleo mantém trajetória de valorização. Por volta das 7h13, os contratos do Brent, referência internacional para o combustível, com entregas previstas para novembro eram negociados a US$ 97,23 por barril, alta de 1,67%. Até o momento, a variação representa a quarta alta consecutiva do petróleo em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio.

Pré-mercado de Nova York apresenta estabilidade. Antes da abertura dos negócios desta quinta-feira, os principais índices de Wall Street oscilam com baixa variação. Às 6h46, o S&P 500 e o Dow Jones, composto majoritariamente por indústrias e bancos, subiam, respectivamente, 0,04% e 0,16%. Já o Nasdaq, que reúne as empresas de tecnologia, recuava 0,06%.

Ontem (2), os índices de Wall Street fecharam no azul. As altas foram acompanhadas por todos os mercados com avanços de intensidade semelhante. O Dow Jones subiu 0,56%, aos 53.061,95 pontos, e foi seguido de perto pelo Nasdaq, que ganhou 0,45%, aos 26.217,83 pontos, e o S&P 500, que se valorizou 0,46%, aos 7.666,60 pontos.

Na Europa, as principais bolsas abrem com rumo indefinido. Em Frankfurt, o DAX caía 0,2%, a 25.791,70 pontos por volta das 7h20. Em Paris, o CAC 40 recuava 0,38%, a 8.248,95 pontos. Por outro lado, os índices FTSE MIB de Milão, Ibex 35 de Madri e FTSE 100 de Londres avançavam 0,02%, 0,2% e 0,03%, respectivamente,

Mercados asiáticos fecharam o pregão sem direção única. O índice Nikkei, do Japão, recuou 0,17% após registrar uma queda expressiva no dia anterior. A queda ocorreu após o Banco do Japão sinalizar que novos aumentos nas taxas de juros podem acontecer em breve.

Bolsas da China continental fecharam o dia praticamente estáveis. O índice de Xangai subiu 0,02% e o de Shenzhen não teve variação, impulsionados pela melhora na atividade do setor de serviços em agosto. Em Hong Kong, a baixa de 0,39% do índice Hang Seng foi guiada pela desvalorização de 8,7% das ações da varejista Shein, negociadas há apenas três dias.

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