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Roubos de joias se multiplicam com alta do ouro, enquanto mercado sem procedência avança

G1 Rio de Janeiro ·
Roubos de joias se multiplicam com alta do ouro, enquanto mercado sem procedência avança

Roubos de joias se multiplicam com alta do ouro, enquanto mercado sem procedência avança O RJ2 tem mostrado as consequências da alta do preço do ouro.

Os flagrantes de roubos de alianças e cordões se multiplicaram.

Enquanto as vítimas deixam de usar joias nas ruas por medo, o mercado de ouro sem procedência continua funcionando sem ser incomodado.

A reportagem mostra como funciona esse comércio e revela que uma lei que poderia dificultar a receptação de joias roubadas nunca saiu do papel.

No mercado de joias usadas eles ganharam até apelido: Boca de Ouro.

Na Uruguaiana, no Centro, disputam atenção no grito.

Na Tijuca, na Zona Norte, e em Copacabana, na Zona Sul, placas e cartazes ocupam as calçadas e, na maioria das vezes, levam a salas comerciais sem identificação.

É onde a negociação acontece.

Em muitos casos, a procedência parece não importar.

"Normalmente, o ouro que a gente pega, a gente já derrete.

A gente avalia e paga na hora.

Pra gente, o que mais vale é a palavra do homem." Para evitar o crime de receptação de joias roubadas, em 2015 uma lei estadual estabeleceu regras, mas o texto nunca foi regulamentado pelo governo.

Previa que as lojas se registrassem na Secretaria de Estado de Segurança e que toda compra deveria ser documentada com identificação do vendedor e comprovação de procedência.

A própria Secretaria de Segurança Pública confirma que o cadastro não existe.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.

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