Os destinos de Jair e Eduardo Bolsonaro em um eventual governo de Flávio
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Em sabatina nesta sexta-feira, 16, na TV Globo, o candidato a presidente da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que o irmão Eduardo Bolsonaro , ex-deputado federal, não será chanceler de seu governo, caso seja eleito em 25 de outubro. “Não, ele não vai ser meu chanceler. Eduardo é um perseguido político que está lá fora (nos Estados Unidos) denunciando as arbitrariedades que existem aqui no Brasil”, afirmou Flávio.
O ex-parlamentar foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pouco mais de 4 anos de prisão por coação em processo por tentativa de atrapalhar o julgamento da trama golpista na Corte. Para o Supremo, Eduardo tentou criar instabilidade entre o governo de Donald Trump , presidente dos Estados Unidos, os ministros do STF e o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) . O fato de estar no país norte-americano há mais de um ano — e ter boa relação com integrantes do governo Trump — levantaram possibilidade de Eduardo ocupar o cargo de chanceler em eventual governo de seu irmão.
Em caso de revisão criminal que possa livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da condenação de 27 anos e 3 meses por participação na trama golpista, e da inelegibilidade imposta por decisões no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), ele ficará livre para disputar eleições futuras. De acordo com Flávio, não houve discussão sobre o assunto. “(Jair) Bolsonaro nunca tratou de cargo comigo (…) não está no radar”. O senador afirmou que sente privilegiado caso precise consultar um ex-presidente da República em eventual governo.
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