Feminicídio: empresário é preso suspeito de matar mulher achada sem braço em canavial no interior de SP
Homem é preso suspeito de matar mulher em Capivari Polícia Civil de Piracicaba/Reprodução A Polícia Civil prendeu um empresário de Rafard (SP), de 56 anos, suspeito de matar Samantha Afra Ribeiro Dias, de 36 anos, em Capivari (SP), na manhã desta terça-feira (1º).
O corpo da vítima foi encontrado no dia 19 de agosto, com sinais de violência e sem braço, em uma estrada de terra próxima à rua Armando Peresin, no bairro Jardim Florido, na zona rural da cidade.
Após investigação, a prisão preventiva do suspeito por feminicídio foi solicitada pela Polícia Civil e decretada pela Justiça.
Uma arma e o veículo usado no crime foi localizado e apreendido.
O empresário tem um sítio perto do local onde o corpo de Samantha foi encontrado.
No carro dele, a polícia também encontrou vestígios de sangue. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Samantha Afra Ribeiro Dias, de 36 anos, foi encontrada morta em Capivari Reprodução/EPTV A Guarda Civil de Capivari deu apoio à operação durante a investigação do caso e prisão do suspeito.
Segundo a corporação, por meio de relatórios elaborados pelo Centro de Operações e Inteligência (COI), foi possível reconstruir o percurso realizado pelo homem.
"Desde o bairro Moreto, onde a vítima teria sido abordada, até a estrada de terra próxima à rua Armando Peresin, no Jardim Florido, onde o corpo foi encontrado.
As imagens captadas pelas câmeras municipais forneceram informações importantes para o avanço das investigações", detalhou a prefeitura.
Vista de satélite de bairro Jardim Florido, em Capivari Google Maps/reprodução Corpo O corpo da mulher foi encontrado na tarde de quarta-feira (19), com sinais de violência, em uma estrada de terra próxima à rua Armando Peresin, no bairro Jardim Florido.
A vítima estava sem um dos braços.
Uma equipe do Canil da Guarda Civil realizou buscas na região, mas o membro não foi localizado.
Conforme as informações levantadas no local, não havia indícios de que o braço tivesse sido decepado, sendo considerada a possibilidade de ação de animais.
A Guarda Civil foi acionada por um morador e preservou a área para os trabalhos da Polícia Técnico-Científica.
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