Sabalenka celebra aumento de premiação do US Open após protesto de jogadores; veja valores
Sabalenka 0 x 2 Sara Bejlek | Melhores momentos | WTA 1000 de Cincinatti Número 1 do ranking mundial, Aryna Sabalenka celebrou ter dado certo o protesto de alguns dos tenistas mais importantes contra as premiações nos Grand Slams.
Antes da edição deste de Roland Garros, em maio, atletas anunciaram que iriam boicotar entrevistas.
A bronca era relativa ao fato de os Majors não estarem repassando aos atletas os lucros ano após ano.
Para evitar novos conflitos, o US Open 2026 anunciou recentemente que a edição, cuja chave principal começa neste domingo (30), vai ter a maior premiação da história do tênis.
A disputa em Nova York terá um montante total de US$ 108 milhões (cerca de R$ 560 milhões).
O valor supera os US$ 90 milhões (quase R$ 492 milhões) distribuídos no ano passado e foi fundamental para evitar novos protestos dos jogadores.
Antes do Grand Slam francês, além da bielorussa, uma nota oficial foi assinada por nomes como o líder do ranking masculino, Jannik Sinner, o astro sérvio Novak Djokovic e a americana Coco Gauff.
A partir desse movimento, acabou sendo criado um conselho de atletas, reunindo nomes do feminino e do masculina.
Esse órgão vai ser responsável por negociar melhorias pedidas pelos jogadores aos principais torneios do circuito mundial. - Nós estamos muito felizes de ver um bom retorno e finalmente ver que estamos no ponto em que gostaríamos de estar desde o começo.
Tomara que não precisemos boicotar a mídia, o torneio ou qualquer outra coisa no futuro.
Espero que todos estejam feliz.
E era isso que nós queríamos desde o começo - afirmou Sabalenka, em entrevista coletiva, em Nova York.
Aryna Sabalenka dá entrevista antes do início do US Open 2026, em Nova York Jeenah Moon/Reuters + Antes de cerimônia do Hall da Fama, Federer diz: "Espero ter representado bem o esporte" + Rafael Nadal recebe visita surpresa de fã em casa e viraliza com reação + Guto Miguel cai na semi na Jamaica, mas garante resultado inédito e salto no ranking Além de questionarem a divisão financeira dos torneios, alegando que não recebem uma parte suficiente das crescentes receitas, os tenistas exigiam melhores condições de trabalho, benefícios previdenciários e maior participação na definição do calendário.
Os atletas também pediam garantias de que todos os torneios de Grand Slam pagarão 16% da receita em prêmios com efeito imediato, aumentando para 22% até 2030.
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