Banca mantém cronograma de concurso após prisão de suspeito de tentativa de fraude no PI
Suspeito de tentar fraudar concurso no Piauí tem prisão convertida em preventiva O presidente do Instituto de Gestão, Educação, Política e Cultura (Igeduc), banca organizadora do concurso público de Altos, Tito Alves, afirmou que o cronograma do certame será mantido, mesmo após a prisão de um candidato suspeito de tentar fraudar a prova.
Francisco Carlos Alcântara Santiago, de 62 anos, foi preso em flagrante no sábado (29), em uma escola pública do município, durante a aplicação do concurso.
Segundo a investigação, ele teria tentado cometer fraude no processo seletivo. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp LEIA TAMBÉM: Homem é preso suspeito de tentar fraudar concurso no Piauí; polícia aponta tentativas em outros certames 'VFrancisco': suspeito de tentar fraudar concurso no PI teve nome alterado para ficar na mesma sala que candidata que receberia respostas, diz polícia Suspeito de tentar fraudar concurso no Piauí tem prisão convertida em preventiva Suspeito de tentar fraudar concurso no Piauí foi preso após divergência entre cartão de inscrição e documento Em entrevista à TV Clube, Tito Alves afirmou que a tentativa foi identificada e impedida antes que pudesse comprometer a realização do concurso.
De acordo com ele, a própria banca denunciou o caso às autoridades.
“Nós conseguimos impedi-lo de realizar essa ação.
Então, o combate à tentativa de fraude foi 100% efetivo e o candidato não teve êxito”, declarou.
O presidente do Igeduc informou ainda que o instituto vinha mantendo contato com a Polícia Civil desde o dia 17 de agosto para monitorar possíveis irregularidades relacionadas ao certame.
“Os delegados do Draco tiveram uma atuação extremamente eficiente nesse sentido.
E o nosso instituto tem adotado técnicas muito seguras para garantir que os participantes sejam avaliados pelos seus conhecimentos”, afirmou.
Tito Alves também comentou sobre mensagens que circularam em grupos de WhatsApp antes da aplicação das provas, nas quais eram oferecidas supostas garantias de aprovação aos candidatos.
Segundo ele, essas mensagens não têm relação com a prisão registrada no sábado.
A apuração conduzida pelo instituto aponta que o conteúdo estaria ligado a disputas políticas locais, especialmente em razão do período eleitoral.
“Esse ponto foi investigado e tudo indica que se trata de uma questão política local.
Provavelmente, os candidatos estavam tentando gerar alguma confusão local, especialmente devido ao período eleitoral.
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