sábado, 17 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› CEO da Nvidia prevê que todas as empresas serão companhias de IA› Estrela verde recém-identificada deixa astrônomos maravilhados› IA ajuda historiadores a decifrar mensagens napoleônicas e papiros carbonizados› Alemanha vai anunciar acordo com Nvidia sobre IA na próxima semana, segundo fontes do governo› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA› Por que proibir redes sociais a adolescentes não significa protegê-los› iPhone Duo: Apple adia entrega de dobrável para janeiro de 2027 nos EUA› Mais de 60 ONGs acionam ONU após intervenção de big techs nas eleições› CEO da Nvidia prevê que todas as empresas serão companhias de IA› Estrela verde recém-identificada deixa astrônomos maravilhados› IA ajuda historiadores a decifrar mensagens napoleônicas e papiros carbonizados› Alemanha vai anunciar acordo com Nvidia sobre IA na próxima semana, segundo fontes do governo› MPF aciona Meta após bloqueio de entidades estudantis com posts políticos› Starlink ganha 'via no céu' para futura internet em celulares no Brasil› Por que CoreWeave está na mira do pânico em torno da IA› Por que proibir redes sociais a adolescentes não significa protegê-los› iPhone Duo: Apple adia entrega de dobrável para janeiro de 2027 nos EUA› Mais de 60 ONGs acionam ONU após intervenção de big techs nas eleições
Esportes

Tifanny Abreu é liberada pela justiça para jogar pelo Osasco na Superliga

Olimpíada Todo Dia ·

Decisão da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro suspende aplicação das novas regras de elegibilidade da CBV à atleta e garante sua participação na Supercopa e na Superliga 2026/2027

A oposta Tifanny Abreu conseguiu uma vitória na Justiça nesta sexta-feira (16). A 44ª Vara Cível da Comarca da Capital, no Rio de Janeiro, concedeu uma liminar que garante à jogadora do Osasco o direito de disputar a Supercopa feminina de vôlei, marcada para as 21h desta sexta-feira, contra o Praia Clube, e a Superliga 2026/2027. A decisão suspende provisoriamente a aplicação das novas regras de elegibilidade da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) à atleta e determina sua liberação imediata para as duas competições.

A decisão foi assinada pelo juiz Antonio Luiz da Fonseca Lucchese, às 19h12 desta sexta-feira, portanto, menos de duas horas antes do início da Supercopa, em São Luís, no Maranhão. O magistrado determinou que a CBV reconheça provisoriamente a elegibilidade, a inscrição, o registro e a condição de jogo de Tifanny. Em caso de descumprimento, a entidade estará sujeita a uma multa de R$ 5 mil por partida em que a jogadora for impedida de atuar.

A liminar também protege o Osasco de possíveis punições da CBV pela utilização da atleta. A confederação não poderá aplicar derrota por WO, perda de pontos, multas ou exclusão do clube em razão da participação de Tifanny amparada pela decisão judicial. A determinação tem caráter provisório e poderá ser revista posteriormente.

Um dos principais argumentos da decisão foi a proximidade das competições e, dessa forma, o consequente risco de Tifanny perder definitivamente a oportunidade de disputar a Supercopa. Aos 41 anos, a jogadora poderia estar diante de sua última participação no torneio. O magistrado destacou que uma decisão posterior favorável à atleta não seria capaz de devolver a oportunidade de entrar em quadra nesta sexta-feira. O mesmo raciocínio foi aplicado à Superliga, já que cada partida perdida durante a tramitação do processo representaria um prejuízo impossível de reparar integralmente.

Outro ponto considerado foi o histórico de Tifanny nas competições nacionais. A atleta disputa a Superliga feminina desde dezembro de 2017 e teve sua elegibilidade reconhecida pela própria CBV durante nove temporadas consecutivas. Na avaliação preliminar do juiz, a aplicação imediata das novas regras, sem um período de transição para atletas que já competiam profissionalmente e sem possibilidade de reavaliação individual, levanta questionamentos sobre a proteção da confiança legítima e o devido processo.

A controvérsia começou com a publicação, em 14 de agosto, da nova política de elegibilidade da CBV para competições femininas. A regulamentação passou a adotar a triagem do gene SRY, associado ao desenvolvimento sexual masculino, como critério para determinar a participação de atletas. A postura da CBV segue as diretrizes impostas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a partir deste ano.

Com a mudança, Tifanny teve sua inscrição na Supercopa e na Superliga mantida como pendente. Em 15 de outubro, a CBV registrou que a jogadora não havia comprovado a elegibilidade exigida para a categoria feminina.

Ler a notícia completa no Olimpíada Todo Dia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.olimpiadatododia.com.br — o conteúdo pertence a Olimpíada Todo Dia.

Este assunto em outros veículos

Mais de Olimpíada Todo Dia

Ver tudo ›

Mais em Esportes

Ver tudo ›