O que diz Moraes sobre os cartões do Master com limite de R$ 300 mil para os filhos
Nas 44 páginas em que apresenta a própria defesa ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, o ministro Alexandre de Moraes fala das mensagens encontradas pela Polícia Federal em que um funcionário do escritório de advocacia da família dele trata com um funcionário do Banco Master da confecção de cartões de crédito com 300.000 reais de limite para cada um dos filhos.
O ministro trata a existência dessas mensagens no relatório da PF como exemplo de “direcionamento das investigações” para produzir “narrativas falsas”.
Sobre os cartões, ele sugere que foi o banco, e não o escritório da família, que solicitou a Vorcaro.
“Mas o direcionamento das investigações e a fragmentação de supostas mensagens pelo relatório encomendado pelo ministro relato, André Mendonça, continuaram a produzir narrativas falsas, indicando suposta ilegalidade no oferecimento de cartões de crédito pelo Banco Master a dois de seus advogados, meus filhos.
Diga-se de passagem, oferecimento como tantos outros bancos fazem normalmente, inclusive enviando sem que as pessoas peçam.
O relatório direcionado, entretanto, esqueceu de mencionar que os cartões jamais foram utilizados”, diz Moraes.
O ministro também diz que o relatório reproduz mentiras sobre os filhos com o objetivo de atingir sua imagem no STF .
Continua após a publicidade “As ilações e mentiras contaminaram todo o relatório.
Novamente, com mensagens recortadas e interpretações irresponsáveis, criaram a falsa narrativa da existência de convites para meus filhos para participarem de um evento solidário na arena MRV, em Belo Horizonte.
E que, ambos, teriam comparecido na Area Vip do evento.
Meus filhos nunca solicitaram esses convites e, mais grave, nunca estiveram na vida na arena MRV em Belo Horizonte.
São mentiras contra meus filhos com o único e exclusivo intuito de me atingir”, diz Moraes.
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