quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Albatroz Racing chega a Cascavel embalada por melhor resultado da temporada na Stock Car› Cavaleiro Sports encara etapa decisiva em Cascavel com foco em somar pontos na reta final da Stock Car› Guto também vence nas duplas e faz semi ao lado de Ribeiro na Bolívia› Tenista sérvio é suspenso até 2050 por manipulação de resultados› Britânico terá papel de liderança em ano de estreia de Câmara na Haas, diz chefe› Quem é Rafa Câmara, brasileiro confirmado na Fórmula 1 em 2027› Stock Car: De olho na tabela, Arthur Leist volta a Cascavel confiante em manter ritmo competitivo› Flamengo encara o Estudiantes com Bruno Henrique e Saúl entre os titulares› Lucas Andrade vence a sétima seguida em Quito, Kohlmann cai nas oitavas› Transmissão ao vivo de Estudiantes x Flamengo pela Libertadores: veja onde assistir› Albatroz Racing chega a Cascavel embalada por melhor resultado da temporada na Stock Car› Cavaleiro Sports encara etapa decisiva em Cascavel com foco em somar pontos na reta final da Stock Car› Guto também vence nas duplas e faz semi ao lado de Ribeiro na Bolívia› Tenista sérvio é suspenso até 2050 por manipulação de resultados› Britânico terá papel de liderança em ano de estreia de Câmara na Haas, diz chefe› Quem é Rafa Câmara, brasileiro confirmado na Fórmula 1 em 2027› Stock Car: De olho na tabela, Arthur Leist volta a Cascavel confiante em manter ritmo competitivo› Flamengo encara o Estudiantes com Bruno Henrique e Saúl entre os titulares› Lucas Andrade vence a sétima seguida em Quito, Kohlmann cai nas oitavas› Transmissão ao vivo de Estudiantes x Flamengo pela Libertadores: veja onde assistir
Economia

Superendividamento: cinco sinais de que as contas não fecham mais

InfoMoney ·
Superendividamento: cinco sinais de que as contas não fecham mais

O endividamento das famílias fechou o primeiro semestre de 2026 em 49,9% da renda acumulada pelas famílias em 12 meses, de acordo com o Banco Central , igualando o recorde histórico observado em janeiro, março e abril.

Mas quando esse quadro realmente representa um problema? E quando é preciso acender a luz amarela? “Faz total sentido dizer que nem todo endividamento é negativo, porque a dívida e o crédito, quando bem utilizados, podem contribuir muito para o ganho de capital e a construção de patrimônio”, explica Lucas Oliveira, sócio da Nexgen Capital .

“É muito importante diferenciar o conceito de estar endividado, ou seja, ter dívidas, do de estar inadimplente”, complementa.

O financiamento da casa própria, por exemplo, é uma dívida, mas não significa necessariamente um problema — especialmente quando as parcelas estão em dia.

Ao desconsiderar esse tipo de crédito, o próprio Banco Central reduz o índice de endividamento das famílias para 30,8%, segundo o dado referente a julho.

“Antes de concluir que uma dívida é um problema, precisamos entender o que está por trás dela, qual é a sua finalidade e como ela se encaixa na vida financeira”, reforça Lucas Ferraz, CEO e sócio-fundador da Faz Capital.

Ele e outros especialistas listam alguns sinais que ajudam a identificar o descontrole do orçamento doméstico.

Os cinco sinais de alerta O que explica o aumento do endividamento? O impacto e as consequências do superendividamento O que se espera do assessor de investimentos? Os cinco sinais de alerta Identificar sinais de desequilíbrio financeiro antes que a situação se agrave é uma etapa importante para prevenir o superendividamento.

Alguns comportamentos podem indicar que as dívidas estão deixando de ser compromissos administráveis e passando a comprometer o orçamento familiar, a capacidade de poupança e a realização de objetivos de longo prazo.

Veja cinco sinais de alerta: De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a inadimplência voltou a subir em agosto, chegando a 29,9%.

Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar as dívidas em atraso subiu para 12,5%.

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), esse último indicador atingiu o maior nível desde fevereiro.

O levantamento também aponta que o tempo médio de atraso, que vinha caindo havia três meses, voltou a subir, chegando a 65 dias.

O que explica o aumento do endividamento? Lucas Oliveira, sócio da Nexgen Capital (Crédito: divulgação) O crescimento do endividamento das famílias brasileiras é atribuído a uma combinação de fatores, que inclui mecanismos econômicos, facilidade de acesso ao crédito e aspectos comportamentais.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›