terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Atentado com carro-bomba mata uma pessoa e deixa feridos na Colômbia Pezeshkian afirma que Irã retomará negociações se EUA cumprirem acordo Iraque se recusa a manter tropas norte-americanas no país após 30 de setembro Chefe do Exército dos EUA renuncia em meio a tensões com Pete Hegseth Empresa dos EUA assume campos de petróleo na Venezuela, anuncia Casa Branca União Europeia suspenderá importação de carne bovina brasileira a partir de quinta (03) Premiê da Espanha atribui crise em Ceuta à Rússia e Israel, que rejeitam acusações Mortes ultrapassam mil após enchentes massivas no Nepal e na China Brasil diz aos EUA que tarifaço é ‘injusto e discriminatório’ em 1ª reunião bilateral sobre tema Dólar abre setembro em alta a R$ 5,20, com PIB do país e petróleo no radar Atentado com carro-bomba mata uma pessoa e deixa feridos na Colômbia Pezeshkian afirma que Irã retomará negociações se EUA cumprirem acordo Iraque se recusa a manter tropas norte-americanas no país após 30 de setembro Chefe do Exército dos EUA renuncia em meio a tensões com Pete Hegseth Empresa dos EUA assume campos de petróleo na Venezuela, anuncia Casa Branca União Europeia suspenderá importação de carne bovina brasileira a partir de quinta (03) Premiê da Espanha atribui crise em Ceuta à Rússia e Israel, que rejeitam acusações Mortes ultrapassam mil após enchentes massivas no Nepal e na China Brasil diz aos EUA que tarifaço é ‘injusto e discriminatório’ em 1ª reunião bilateral sobre tema Dólar abre setembro em alta a R$ 5,20, com PIB do país e petróleo no radar
Brasil

Dívida a 82,5% do PIB acende sinal de alerta para correção de rota, dizem economistas

Bem Paraná ·

A relação dívida/PIB (Produto Interno Bruto), que segundo dados do Banco Central alcançou 82,5% em julho, é um sintoma do desarranjo fiscal do país e serve como um sinal de alerta para que o próximo presidente da República corrija a rota das contas públicas a partir de 2027, avaliam economistas.

Apesar disso, ressaltam, nem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o senador Flávio Bolsonaro (PL), ambos à frente nas pesquisas das eleições presidenciais, apresentaram ainda um plano detalhado para a contenção de gastos no próximo governo.

Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná Para o economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto, o nível crescente de endividamento, o maior em cinco anos, reflete as incertezas quanto ao futuro da política fiscal.

Impulsionada pelos juros altos e pelo aumento dos gastos, a dívida bruta ante o PIB subiu 0,6 ponto percentual em comparação com junho.

“O dado é um sinal de alerta para o governo e o Congresso.

Passadas as eleições, será preciso apresentar um plano de ajuste fiscal coeso, que preserve as políticas públicas e o seu financiamento, mas corrija distorções e permita ao gasto crescer menos do que o PIB”, afirma o especialista em contas públicas.

Na avaliação de Salto, não é necessário um ajuste radical e imediato.

“Aliás, nem é viável politicamente.

O essencial é ter um plano aprovado no Congresso com o condão de reorientar as expectativas, reduzir o risco e, assim, o custo do endividamento.” Dívida e PIB O especialista da Warren aponta que um resultado primário (receitas menos despesas antes do pagamento de juros) positivo em cerca de 2% do PIB por um período de dois a três anos seria suficiente para estabilizar a dívida.

“Isso é fundamental para que se possa discutir o restante da agenda mais estrutural, inclusive a composição da dívida pública, o grau de indexação ainda elevado na economia, a questão da meta de inflação e outros fatores que determinam as taxas de juros”, afirma.

A relação dívida/PIB costuma ser usada para comparar a situação financeira de diferentes países.

Ela indica o quanto um país deve em relação ao tamanho de sua economia e a probabilidade de cada governo pagar suas dívidas.

Quando o percentual é baixo, é um sinal de que a economia está gerando ganhos suficientes para pagar por seus empréstimos.

Os investidores ficam mais confiantes na capacidade de pagamento, e os juros cobrados tendem a ser menores.

Ler a notícia completa no Bem Paraná ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

Este assunto em outros veículos

Mais de Bem Paraná

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›