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Relembre o caso dos 5 deputados eleitos presos em 2018 no RJ; caso pode se repetir com Canella

G1 Rio de Janeiro ·
Relembre o caso dos 5 deputados eleitos presos em 2018 no RJ; caso pode se repetir com Canella

Relembre o caso dos cinco deputados eleitos presos em 2018 no RJ Cinco deputados estaduais do Rio de Janeiro foram presos em novembro de 2018, após serem reeleitos, e enfrentaram uma disputa judicial para assumir os mandatos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O caso ocorreu durante a Operação Furna da Onça, que investigava suspeitas de corrupção envolvendo parlamentares.

Quase oito anos depois, a situação pode voltar a ser discutida com a prisão do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil).

Ele foi preso pela Polícia Federal na quinta-feira (15), durante a oitava fase da Operação Unha e Carne, e teve a prisão preventiva mantida pela Justiça nesta sexta-feira (16).

Canella recebeu 197.178 votos nas eleições de 2026, a segunda maior votação para deputado estadual no Rio.

Caso continue preso até o início da próxima legislatura, em fevereiro de 2027, a situação poderá levantar dúvidas sobre os procedimentos para que ele assuma o mandato.

O caso também envolve uma questão eleitoral.

O registro de candidatura de Canella foi contestado pelo Ministério Público Eleitoral, mas liberado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

A discussão sobre a candidatura é diferente da questão criminal e pode ter desdobramentos próprios na Justiça Eleitoral.

Márcio Canella foi o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro nas últimas eleições Divulgação/ Alerj O que aconteceu com os cinco deputados presos em 2018? Em novembro de 2018, foram presos André Corrêa, Luiz Martins, Marcus Abrahão, Marcus Vinícius Neskau e Chiquinho da Mangueira.

Os cinco haviam sido reeleitos para a Alerj e eram investigados por suspeita de participação em um esquema de corrupção. ✅ Siga o canal de notícias do g1 Rio no WhatsApp A prisão levantou uma questão: como os parlamentares poderiam assumir os mandatos se estavam detidos? Deputados da Furna da Onça Arte/G1 Para tomar posse, os eleitos precisavam passar pela diplomação da Justiça Eleitoral e, depois, cumprir o procedimento de posse na Assembleia Legislativa.

Na ocasião, a Alerj buscou viabilizar as etapas mesmo com os deputados presos.

Os cinco foram diplomados por procuração.

Posteriormente, o livro de posse da Assembleia foi levado aos locais onde eles estavam: quatro se encontravam no Complexo Penitenciário de Bangu, e Chiquinho da Mangueira cumpria prisão domiciliar.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.

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