Condenado por feminicídio que não voltou de saída temporária é preso em Vitória do Mearim
José Domingos Lopes foi localizado e preso no final da tarde de terça-feira (2), por policiais da Delegacia de Polícia de Vitória do Mearim, na zona rural do município.
Divulgação/Polícia Civil do Maranhão Um homem condenado a 21 anos de prisão pelo feminicídio de Claudiane Pereira foi preso pela Polícia Civil do Maranhão após não retornar ao sistema penitenciário depois de uma saída temporária.
José Domingos Lopes foi localizado e preso no final da tarde de terça-feira (2), por policiais da Delegacia de Polícia de Vitória do Mearim, na zona rural do município. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, José Domingos Lopes havia sido beneficiado com uma saída temporária durante o cumprimento da pena, mas não retornou à unidade prisional no prazo determinado pela Justiça.
Ele estava escondido havia aproximadamente um ano no Povoado Tirirical, zona rural de Vitória do Mearim, onde foi preso.
"Ele se aproveitou de uma saída temporária do sistema prisional e estava homiziado aqui na cidade de Vitória do Mearim há cerca de um ano, após recebimento de denúncias e investigações realizadas pela equipe da Delegacia”, explicou o delegado titular da Delegacia de Polícia de Vitória do Mearim, João Firmo.
Após o cumprimento do mandado e a realização dos procedimentos legais, José Domingos Lopes foi encaminhado à Unidade Prisional de Viana, onde permanecerá à disposição da Justiça para continuar o cumprimento da pena.
O que é feminicídio? Condenação O homem foi condenado a 21 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo feminicídio de Claudiane Pereira, ocorrido no dia 31 de janeiro de 2018, no Povoado Pindoval, zona rural de Miranda do Norte, município distante cerca de 119 km de São Luís.
O julgamento foi realizado pelo Tribunal do Júri Popular da Comarca de Itapecuru-Mirim.
De acordo com as investigações, o crime foi motivado por ciúmes.
Claudiane Pereira foi assassinada com golpes de pauladas nas regiões cervical e do rosto.
A condenação foi resultado da atuação do promotor de Justiça Igor Adriano Trinta Marques, responsável pela acusação.
A sessão do Tribunal do Júri foi presidida pela juíza Edeuly Maia Silva, titular da 3ª Vara da Comarca de Itapecuru-Mirim, e a defesa do réu foi realizada pelo defensor público Vítor de Sousa Lima.
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