Venezuela: um cemitério para os mortos que ninguém veio reconhecer
Com os olhos marejados, Javier Monteverde se ajoelhou diante da cruz que leva o nome de Ashley Pino, uma das mais de 6.500 vítimas do terremoto duplo que devastou a Venezuela, sepultada no Cemitério da Esperança, em Carayaca, no Estado de La Guaira.
Em silêncio, ele amarrou um bichinho de pelúcia na lápide da mulher desconhecida.
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