Avançar no diálogo do setor e ultrapassar 25% da população brasileira são desafios da saúde suplementar em 2027
O Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp) de 2026, que acontece entre 14 e 15 de outubro, teve como tema em seu primeiro dia o olhar para o futuro da saúde e das instituições.
Executivos e especialistas apontam que, apesar das eleições federais e estaduais, a tendência é que os problemas e os desafios do setor continuem semelhantes.
Mas isso não quer dizer que o setor deve ficar parado.
A cobrança é por mais diálogo para elencar pautas comuns para diferentes elos.
“Do ponto de vista imediato, a grande questão inicial de 2027 é, pelo menos, a manutenção do orçamento da saúde.
Para a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), a primeira questão é dentro do próprio setor de saúde suplementar.
Conversa-se pouco e nem sempre se conversa bem, e isso faz com que o setor se apresente ao país e ao governo de forma pulverizada, em dezenas de dezenas de pleitos, que são específicos de apenas uma entidade ou apenas um setor”, afirma Antônio Britto , diretor-executivo da Anahp, em entrevista ao Futuro da Saúde.
A ampliação da saúde suplementar também é outro tema considerado prioritário.
O setor possui 25% da população brasileira como beneficiário de planos de saúde.
Historicamente, o crescimento está atrelado à redução do desemprego.
Contudo, apesar do número recorde, com mais de 53 milhões de beneficiários, a cobertura não ultrapassa esse teto de 25%.
Por isso, executivos defendem que é preciso questionar e encontrar caminhos para aumentar o número de pessoas com planos de saúde.
“A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) se coloca à disposição para coordenar um diálogo.
A partir da constatação de que há um conflito, o primeiro passo é todo mundo sentar à mesa e debater, construindo o consenso possível.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em futurodasaude.com.br — o conteúdo pertence a Futuro da Saúde.