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Economia

“Com ou sem dólar”: o que muda ao investir no S&P 500 pela B3

Suno Notícias ·
“Com ou sem dólar”: o que muda ao investir no S&P 500 pela B3

“Com ou sem dólar”: o que muda ao investir no S&P 500 pela B3 Investir no S&P 500 pela Bolsa brasileira pode significar coisas diferentes para o retorno do investidor.

Além da própria variação das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, há uma segunda variável que pode entrar na conta: o dólar .

Essa diferença ganha ainda mais importância após o primeiro turno das eleições brasileiras.

Na segunda-feira (5), o dólar caiu 4,12% e fechou a R$ 5, em uma forte reação dos mercados ao resultado das urnas.

Para quem investe em ações americanas por meio de ETFs negociados na B3, movimentos desse tipo podem alterar significativamente o resultado em reais.

É justamente nesse ponto que entram o SPXU11 e o SPXH11 , dois ETFs da XP Asset que dão acesso ao S&P 500 com estratégias cambiais diferentes.

O que muda quando o dólar entra na conta? O S&P 500 acompanha o desempenho de grandes empresas americanas, como Apple, Microsoft, Amazon e outras companhias de peso na economia dos Estados Unidos.

Para o investidor brasileiro, porém, a variação dessas ações precisa ser convertida para reais.

Se o S&P 500 subir 10% e o dólar também se valorizar frente ao real, por exemplo, o ganho do investidor brasileiro pode ser maior do que a alta do índice americano, porque os dois movimentos atuam na mesma direção.

O contrário também acontece.

Se as ações americanas subirem, mas o dólar cair significativamente frente ao real, parte do ganho em bolsa pode ser anulada pela valorização da moeda brasileira.

É por isso que duas aplicações que acompanham o mesmo mercado acionário podem apresentar resultados diferentes para quem mede seu patrimônio em reais.

SPXU11: S&P 500 com exposição ao dólar O SPXU11 foi estruturado para oferecer exposição ao S&P 500 junto com a variação cambial .

O ETF acompanha o S&P 500 Futures USD-BRL Currency Exposure Index , criado pela S&P Dow Jones Indices.

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