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Mortes após inundações na fronteira do Nepal e China sobem para 676 e desaparecidos chegam a 3 mil

Jovem Pan ·
Mortes após inundações na fronteira do Nepal e China sobem para 676 e desaparecidos chegam a 3 mil

Operações de resgate entraram no quarto dia no sábado, 29, na região de fronteira entre o Nepal e a China após inundações relâmpago. O balanço combinado de vítimas no Nepal e no Tibete subiu para 676 mortos e quase 3 mil desaparecidos.

A agência de desastres do Nepal registra 669 mortes e 2.426 pessoas desaparecidas, com mais de 3.700 resgatados. Do lado chinês, autoridades contabilizam sete mortos e mais de 550 desaparecidos.

Equipes militares e helicópteros atuam no transporte de mantimentos – como alimentos e roupas – para distritos atingidos, como Nuwakot, e na evacuação de sobreviventes da comunidade de Trishuli para centros de atendimento médico.

A tragédia ocorreu na quarta-feira (27)e provocou uma enorme massa de lama, gelo e água, que soterrou casas, destruiu pontes e arrastou veículos no Nepal e na região autônoma chinesa do Tibete.

Pelo menos 19 pessoas continuam desaparecidas , entre elas turistas que visitavam a região do Himalaia e peregrinos hindus que seguiam para o monte Kailash, considerado sagrado no Tibete.

O desastre parece ter sido provocado pelo desabamento de uma geleira nas montanhas do Nepal , perto do Tibete chinês. “Um grande pedaço de geleira se desprendeu a cerca de 5.200 metros (…) e caiu em um vale”, explicou Simon Cox, do instituto neozelandês GNS Science.

“Transformou-se em uma massa avassaladora de detritos (…) que arrastou rochas, sedimentos, árvores e o que estava em seu caminho, lançando tudo a grande velocidade pelo desfiladeiro”, explicou.

A parede de água atingiu primeiro um posto fronteiriço , segundo imagens de uma câmera de segurança que mostram uma massa de lama soterrando a área enquanto as pessoas fogem diante de seu avanço .

Depois, seguiu rio abaixo em direção ao Nepal, inundando povoados e derrubando pontes e edifícios.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.

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