sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› OpenAI e Meta alertam Poder Judiciário dos EUA sobre risco de provas "deepfake"› Amazon lança dois dispositivos portáteis de IA› Magazine Luiza faz parceria com Shopee para ampliar vendas de estoque próprio› Acordo amplia presença paulista no maior levantamento astronômico da história› Regeneração natural de florestas ajuda a conter o avanço de espécies invasoras› FAPESP participa de três novas chamadas internacionais do Horizon Europe› VÍDEO | Cápsula prolonga vida útil de fungo usado como bioinseticida› Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP seleciona alunos de mestrado e doutorado› Explorando o Universo a partir da sala de aula› Proteção radiológica com ênfase no uso, manuseio e preparo de fontes radioativas não seladas› OpenAI e Meta alertam Poder Judiciário dos EUA sobre risco de provas "deepfake"› Amazon lança dois dispositivos portáteis de IA› Magazine Luiza faz parceria com Shopee para ampliar vendas de estoque próprio
Últimas

Colesterol ‘normal’ pode enganar: o que ainda aumenta seu risco de infarto

Jovem Pan ·

O colesterol, especialmente o LDL, é fundamental na avaliação cardiovascular.

Quanto maior a exposição ao LDL ao longo da vida, maior o risco de aterosclerose, ou seja, maior a perda de elasticidade das paredes das artérias.

O problema é acreditar que um resultado classificado como “normal” pelo laboratório significa que as artérias estão livres de doença. ‘Normal’ nem sempre é ‘ideal’ Primeiro, porque “normal” não significa necessariamente “ideal”.

A meta de LDL depende do risco individual.

Um valor aceitável para uma pessoa de baixo risco pode ser inadequado para quem tem diabetes, doença cardiovascular estabelecida ou risco elevado.

Outros exames podem mostrar um risco escondido Além disso, a apolipoproteína B (ApoB) estima o número de partículas aterogênicas circulantes.

Duas pessoas podem ter valores semelhantes de LDL e quantidades diferentes dessas partículas, capazes de penetrar na parede arterial e participar da formação da placa.

Outro marcador importante é a lipoproteína(a), ou Lp(a).

Sua concentração é determinada principalmente pela genética e, quando elevada, associa-se a maior risco cardiovascular, mesmo quando o colesterol convencional parece adequado.

Diretrizes atuais recomendam sua dosagem pelo menos uma vez na vida adulta.

Como saber se a aterosclerose já chegou ao coração Mas existe outra pergunta: a aterosclerose já chegou às artérias coronárias? Isto é, para os vasos sanguíneos responsáveis por levar sangue rico em oxigênio e nutrientes para o músculo cardíaco.

Em pacientes selecionados, o escore de cálcio coronariano pode ajudar.

Realizado por tomografia sem contraste, ele identifica e quantifica cálcio nas coronárias, um marcador de aterosclerose.

Quanto maior a carga de cálcio, maior tende a ser o risco cardiovascular.

Ler a notícia completa no Jovem Pan ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.

Mais de Jovem Pan

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›