O vírus vai, a doença fica: entenda as sequelas de gripe e covid
Só na última semana, foram registrados 16 mil novos casos no mundo de covid-19 (lembram dela?).
E de gripe (ou influenza), todos os anos temos algo como um bilhão de novos casos.
Não me refiro aqui à influenza aviária H5N1, mas à gripe comum que acontece todos os anos.
Essas duas são causadoras de síndromes respiratórias agudas graves (SRAG) .
Isso porque levam, de modo abrupto, à tosse, dor de cabeça, dores musculares e articulares, mal-estar geral e, mais preocupante, perda da capacidade respiratória.
Na fase aguda, o paciente pode morrer, o que é mais frequente em crianças, idosos e pessoas imunocomprometidas.
Ou seja, nem a gripe é “só uma gripezinha” .
Esse sintomas surgem porque os vírus — seja o coronavírus SARS-CoV-2 ou o influenza da gripe — estão ativos e se multiplicando constantemente em nossas células, causando esses danos.
Continua após a publicidade Sem vírus, sem doença? Não exatamente Se o nosso sistema imune estiver bem treinado, sobretudo pelo uso de vacinas , somos capazes de superar essa fase aguda e acabar com a festa viral.
Aí, sem vírus, sem doença, certo? Não exatamente.
Um artigo que saiu na Nature no mês passado mostra que os sintomas podem continuar por muito tempo e até piorar, mesmo depois que os vírus desaparecem .
Estamos aqui tratando de doenças denominadas de covid longa e de outras condições crônicas, como pós-gripe , pós-ebola e até pós-poliomielite.
Os sintomas nesses casos são bem genéricos, mas bastante debilitantes.
Fadiga e névoa mental são comuns a todos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.