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Teerão alerta Seul contra participação em operações dos EUA no estreito de Ormuz

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Teerão alerta Seul contra participação em operações dos EUA no estreito de Ormuz

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão alertou esta segunda-feira a Coreia do Sul contra qualquer mobilização militar ou participação em operações dos EUA no estreito de Ormuz , avisando que tal ação terá “graves consequências” .

Na sexta-feira, Seul indicou que estava a considerar contribuir para garantir a segurança da navegação no estratégico estreito de Ormuz , que está interrompida desde o início da guerra entre os Estados Unidos e o Irão, no final de fevereiro.

EUA destroem 3 petroleiros da Guarda Revolucionária do Irão Ler Mais A Coreia do Sul esclareceu, no entanto, que nenhuma decisão tinha sido tomada e que qualquer participação estaria condicionada à manutenção das suas próprias capacidades de defesa .

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei, instou Seul a não ceder à “pressão e intimidação norte-americanas”, referindo que “qualquer mobilização militar ou participação de outros países em operações no golfo Pérsico ou no estreito de Ormuz pode ser considerada um apoio direto à parte responsável por esta agressão e terá consequências graves”.

Teerão e Washington continuam a trocar tiros no estreito de Ormuz e arredores, apesar do cessar-fogo estabelecido em abril, que suspendeu a primeira fase de intensos bombardeamentos.

Trump garante ter munições “quase ilimitadas” para a guerra Ler Mais As negociações diplomáticas continuam paralisadas , enquanto os dois lados disputam o controlo deste ponto de estrangulamento marítimo por onde costumava passar cerca de um quinto das exportações globais de petróleo e gás natural.

Desde o início da guerra, o tráfego ali está praticamente paralisado, perturbando os mercados globais de energia e fazendo disparar os preços dos combustíveis.

Teerão afirma que não haverá regresso ao regime de livre navegação que prevalecia antes da guerra e exige que os navios obtenham autorização para transitar pelo estreito, uma medida firmemente rejeitada por Washington e por vários países da região.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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