Macron pede ao governo que retire "lições". Tentaram "derrubar República"
O presidente francês fez, este domingo, uma declaração ao país na qual pediu ao governo retire "todas as lições" dos atos de violência ocorridos que tiveram lugar no país durante o dia de ontem de modo a que estes "não possam voltar a repetir-se".
"Espero respostas claras e será feita toda a transparência", declarou Emmanuel Macron, acrescentando que encarregou o ministro do Interior de esclarecer o ocorrido.
O chefe de Estado apontou também que as investigações serão levadas a cabo "com toda a diligência necessária, o mais rapidamente possível", cita o Le Monde .
Anteriormente, perante os atos de violência registados nos protestos de sábado - nos quais 550.000 pessoas saíram à rua, segundo o Ministério do Interior (mais de 800.000, segundo os organizadores) -, Macron publicou uma declaração para condenar a violência e garantir que os autores serão "perseguidos e punidos".
O presidente francês sublinhou também o seu apoio às forças policiais, "garantes do direito à manifestação", que, tal como nas semanas anteriores durante as manifestações estudantis, voltaram a estar no centro das críticas. [Notícia em atualização] Mais de 30.000 pessoas envolvidas em pilhagens em Marselha As autoridades francesas contabilizaram mais de 30.000 pessoas envolvidas em pilhagens durante os motins em Marselha, no sábado, em meio a protestos de descontentamento social em França.
Lusa | 17:33 - 18/10/2026
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.