domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Chega anuncia pacote legislativo de emergência para habitação› Alverca afastado pelo Tondela com golos no prolongamento› Maria Corina Machado confirmada como líder da oposição na Venezuela› Santa Clara eliminado pelo Mafra no prolongamento› Habitação? Ventura aponta a "Governo insensível", migrações e Costa› Principal rival de Netanyahu reage a apoio de Trump: "País democrático"› Manifestantes pelo direito à habitação mantêm acampamentos em Lisboa e Porto› Câmara de Ovar encerra serviços após ataque informático› Mais de 30.000 pessoas envolvidas em pilhagens em Marselha› 17h Flávio Bolsonaro já desfila na Avenida Paulista, com milhares de apoiantes a ouvir o candidato de direita nas presidenciais no Brasil› Chega anuncia pacote legislativo de emergência para habitação› Alverca afastado pelo Tondela com golos no prolongamento› Maria Corina Machado confirmada como líder da oposição na Venezuela› Santa Clara eliminado pelo Mafra no prolongamento› Habitação? Ventura aponta a "Governo insensível", migrações e Costa› Principal rival de Netanyahu reage a apoio de Trump: "País democrático"› Manifestantes pelo direito à habitação mantêm acampamentos em Lisboa e Porto› Câmara de Ovar encerra serviços após ataque informático› Mais de 30.000 pessoas envolvidas em pilhagens em Marselha› 17h Flávio Bolsonaro já desfila na Avenida Paulista, com milhares de apoiantes a ouvir o candidato de direita nas presidenciais no Brasil
Últimas

Ucrânia mostra que a guerra chegou a Moscovo no dia das eleições: "Os russos estão a provar do seu próprio veneno"

CNN Portugal ·
Ucrânia mostra que a guerra chegou a Moscovo no dia das eleições: "Os russos estão a provar do seu próprio veneno"

A Ucrânia realizou o maior ataque de sempre contra Moscovo no último dia das eleições legislativas russas .

A ofensiva, que terá envolvido mais de 1900 drones, além de mísseis e bombas aéreas, matou pelo menos três pessoas e atingiu uma refinaria de petróleo na região da capital.

Para os analistas ouvidos pela CNN Portugal, existiu o objetivo claro de demonstrar força, atingir a população russa e enviar uma mensagem aos aliados ocidentais.

“É muito claro: mostrar aos russos e aos moscovitas, à capital da Federação da Rússia, que estão em guerra e que estão em guerra com a Ucrânia”, afirma Francisco Pereira Coutinho, sublinhando que o ataque ocorre num momento particularmente simbólico, quando os russos são chamados a votar nas eleições parlamentares e veem, a partir das suas casas, o fumo provocado pelos incêndios nas refinarias.

Durante anos, Vladimir Putin tentou apresentar a invasão da Ucrânia como uma “operação militar especial”, evitando utilizar a palavra guerra.

Mas, para Francisco Pereira Coutinho, essa estratégia tornou-se, agora - e especialmente depois deste domingo - cada vez mais difícil de sustentar.

“Isto foi algo que Putin procurou esconder durante vários anos.

É o quinto ano da agressão em larga escala e ele nunca lhe chamou uma guerra.

Foi possível esconder isso dos russos durante imenso tempo, mas agora manifestamente já não é possível”, afirma.

Tomé Ribeiro Gomes considera que o ataque representa uma demonstração de força em várias frentes.

Por um lado, pela dimensão da ofensiva, por outro pelos alvos escolhidos e também pelo preciso momento em que ocorreu.

“É uma demonstração de força, não só pela escala do ataque em termos de drones e pelo local atingido.

Moscovo é a capital, um sítio onde a população achava que não ia ser atingida pela guerra.

E há também a indicação da utilização, pela primeira vez, de um míssil balístico produzido pela Ucrânia”, explica.

Ler a notícia completa no CNN Portugal ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.

Mais de CNN Portugal

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›