sábado, 29 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Escala prédio para entrar em casa da ex e cai. Está em estado grave 22h Zaidu do FC Porto sofreu uma lesão muscular na coxa direita BE recusa participar em "campeonato" da direita em torno de moção de censura do Chega "A classe média está sob ataque. E é ignorada por quem nos governa" Lei do retorno. BE pede avaliação para além da constitucionalidade AIEA diz que central nuclear de Zaporíjia pode sofrer apagão em 10 dias "Putin passa por um momento de tudo ou nada. Há problemas financeiros, de produção militar e de recrutamento" "Infelizmente, os ucranianos e outras pessoas terão subestimado um pouco a Rússia" "Enquanto a Rússia diz que aquilo que tinha sido combinado não está em vigor, a Ucrânia cimenta que fez a nova oferta baseada num acordo com a Europa e os EUA" Caso Luís Neves "é um roteiro de um filme de terror que está em fascículos nos diários de referência do nosso país" Escala prédio para entrar em casa da ex e cai. Está em estado grave 22h Zaidu do FC Porto sofreu uma lesão muscular na coxa direita BE recusa participar em "campeonato" da direita em torno de moção de censura do Chega "A classe média está sob ataque. E é ignorada por quem nos governa" Lei do retorno. BE pede avaliação para além da constitucionalidade AIEA diz que central nuclear de Zaporíjia pode sofrer apagão em 10 dias "Putin passa por um momento de tudo ou nada. Há problemas financeiros, de produção militar e de recrutamento" "Infelizmente, os ucranianos e outras pessoas terão subestimado um pouco a Rússia" "Enquanto a Rússia diz que aquilo que tinha sido combinado não está em vigor, a Ucrânia cimenta que fez a nova oferta baseada num acordo com a Europa e os EUA" Caso Luís Neves "é um roteiro de um filme de terror que está em fascículos nos diários de referência do nosso país"
Economia

COP17 termina sem acordo sobre a seca; ZERO apela a Portugal para não esperar pelo consenso internacional

Jornal Económico ·
COP17 termina sem acordo sobre a seca; ZERO apela a Portugal para não esperar pelo consenso internacional

A 17.ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) terminou esta sexta-feira, em Ulaanbaatar, na Mongólia, após duas semanas de negociações entre os 197 países signatários. Para a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, o balanço é misto: houve avanços no financiamento para o restauro de terras e na proteção das pastagens, mas voltou a falhar o principal objetivo da conferência — alcançar um quadro internacional para a prevenção e gestão das secas.

Segundo a ZERO, governos, bancos de desenvolvimento e empresas anunciaram uma carteira de 1,3 mil milhões de dólares destinada ao restauro de terras e ao reforço da resiliência à seca em 23 países. Entre as iniciativas está a Iniciativa Emblemática para as Pastagens, avaliada em 1,2 mil milhões de dólares e que prevê 45 projetos, bem como um novo Mecanismo de Investimento para a Resiliência à Seca, com a ambição de mobilizar até 400 milhões de dólares.

Pelo segundo ano consecutivo, os países não conseguiram chegar a um entendimento sobre a criação de um quadro internacional para a seca, fosse ele juridicamente vinculativo ou não. De acordo com a ZERO, um pequeno grupo de países, com particular destaque para os Estados Unidos da América, recusou qualquer instrumento internacional específico sobre esta matéria.

A questão tinha já ficado por resolver na COP16, realizada em Riade, e será agora novamente discutida na COP18, prevista para 2028, no Egito.

Para a ZERO, o adiamento representa uma oportunidade perdida, numa altura em que a degradação dos solos e as secas estão a ganhar dimensão em várias regiões do mundo. A organização alerta ainda para um défice anual de financiamento de 278 mil milhões de dólares necessário para o restauro de terras, defendendo que a ação não pode ficar dependente de novas rondas de negociações internacionais.

A associação considera também fundamental que as decisões tomadas na COP17 sejam articuladas com as próximas grandes reuniões das Nações Unidas sobre biodiversidade, que decorrerá em outubro na Arménia, e alterações climáticas, marcada para novembro na Turquia.

Perante a ausência de um acordo global sobre a seca, a ZERO defende que Portugal deve avançar com medidas próprias e não esperar pelo resultado das negociações multilaterais.

A organização pede ao Governo que conclua ainda este ano o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PANCD), tal como previsto, definindo metas, indicadores, calendário e financiamento. Defende igualmente uma política nacional de prevenção e gestão proativa da seca, que inclua sistemas de alerta precoce, retenção sustentável de água e recuperação dos solos.

A proteção das pastagens e dos sistemas agroflorestais é outra das prioridades apontadas pela associação. Em Portugal, estes sistemas representam cerca de um quinto do território continental.

A ZERO considera ainda necessária uma maior articulação entre as políticas de agricultura, regadio, água, floresta, biodiversidade, clima e ordenamento do território.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›