Mobilização na Ucrânia: entre o dever de combater e o medo de morrer
A grande maioria dos portugueses diria que, se Portugal fosse invadido por uma potência que nos quisesse subjugar, nos deveríamos defender.
Mas, se perguntarmos se cada um de nós estaria disposto a “dar a vida pela Pátria”, a adesão seria naturalmente menor e o número de objetores de consciência cresceria por conveniência
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