sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 02h Sábado de protestos contra o aumento do custo de vida em Portugal› 1h Gestora do Volta tem plano para resolver o problemas de lixo espalhado› "Há uma linha no Partido Republicano contra o pensamento de Donald Trump de largar a Ucrânia"› "Com os elementos que nós temos, é muito pouco plausível que seja Ricardo Carrilho quem mente"› "Zelensky morde a mão que lhe dá de comer. O apoio que a Ucrânia tem vem todo dos EUA"› "As contas da Ucrânia não batem certo umas com as outras"› Vídeo que mostra ameaças contra Montenegro "é um concurso real de uma série de crimes"› "Se fazemos afirmações que só veem um lado e onde falta a prudência, estamos a fazer um serviço aos populismos"› Sistema Volta propõe medidas para reduzir pressão nas máquinas junto dos supermercados› Luís Neves diz que o novo secretário-geral é um exemplo de "servidor público" ao contrário do antecessor› 02h Sábado de protestos contra o aumento do custo de vida em Portugal› 1h Gestora do Volta tem plano para resolver o problemas de lixo espalhado› "Há uma linha no Partido Republicano contra o pensamento de Donald Trump de largar a Ucrânia"› "Com os elementos que nós temos, é muito pouco plausível que seja Ricardo Carrilho quem mente"› "Zelensky morde a mão que lhe dá de comer. O apoio que a Ucrânia tem vem todo dos EUA"› "As contas da Ucrânia não batem certo umas com as outras"› Vídeo que mostra ameaças contra Montenegro "é um concurso real de uma série de crimes"› "Se fazemos afirmações que só veem um lado e onde falta a prudência, estamos a fazer um serviço aos populismos"› Sistema Volta propõe medidas para reduzir pressão nas máquinas junto dos supermercados› Luís Neves diz que o novo secretário-geral é um exemplo de "servidor público" ao contrário do antecessor
Últimas

ONU vê como "profundo sinal de esperança" regresso de deslocados e refugiados

RTP Notícias ·
ONU vê como "profundo sinal de esperança" regresso de deslocados e refugiados

A ONU considerou hoje "um profundo sinal de esperança" o regresso voluntário de mais de dois milhões de sírios deslocados internamente e 1,8 milhões de refugiados desde dezembro de 2024, após a queda do presidente Bashar al-Assad.

"Esta é uma onda histórica de regresso - a maior na Síria em duas décadas - e um profundo sinal de esperança. A melhoria da segurança, o alívio das sanções e a resiliência das comunidades estão a impulsionar esta recuperação", destacou o líder humanitário da ONU, Tom Fletcher.

Numa reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas dedicada aos desenvolvimentos políticos e humanitários na Síria, Fletcher sinalizou, porém, que mais de 5,5 milhões de sírios deslocados ainda não regressaram a casa, incluindo quase 800 mil pessoas que vivem em campos, a maioria mulheres e crianças.

Com apenas 18% dos refugiados sírios a planear regressar no próximo ano, Fletcher advertiu que, sem habitação adequada, escolas, água e financiamento, "os que regressam hoje correm o risco de se tornarem os deslocados de amanhã".

"Devemos continuar a apoiar todos os esforços para que a iniciativa governamental `Sem Tendas e Sem Campos` alcance o regresso seguro daqueles que optam por fazê-lo", apelou.

O representante da ONU sublinhou ainda que a insegurança localizada sufoca a recuperação.

Os ataques do Estado Islâmico no leste e nordeste do país, a violência esporádica, os desafios da reconstrução e os entraves burocráticos ameaçam uma paz duradoura no país.

Além disso, a escalada da tensão em toda a região do Médio Oriente significa cadeias de abastecimento interrompidas, acesso humanitário reduzido e pressões económicas ainda maiores sobre as famílias sírias.

"Os custos mais elevados do gasóleo - que subiram 40% no início desta semana - afetarão a produção agrícola, o bombeamento de água, a geração de eletricidade, as padarias e o aquecimento à medida que o inverno se aproxima, com consequências desproporcionais para os deslocados internos e outras famílias vulneráveis", alertou Fletcher.

Para as famílias que já enfrentam dificuldades, o aumento dos custos dos combustíveis e dos transportes fará subir os preços dos alimentos, medicamentos e outros bens essenciais, explicou.

Também o cabaz alimentar na Síria aumentou 33% desde junho de 2025, enquanto as tarifas de eletricidade aumentaram em alguns locais "várias centenas por cento", lamentou.

Já o enviado especial adjunto da ONU para a Síria, Claudio Cordone, afirmou que o país fez "avanços importantes" que devem ser "reconhecidos e apoiados", sublinhando que "o progresso deve gerar impulso para novas medidas que visem enfrentar os desafios significativos que ainda persistem".

Defendeu que as autoridades sírias devem concentrar-se em reforçar as instituições responsáveis, ampliar a participação, proteger o espaço cívico e promover a justiça de transição.

Ao mesmo tempo, apelou aos parceiros internacionais para que forneçam "apoio político e prático contínuo para a recuperação, a reconstrução e o regresso seguro, digno e voluntário".

Ler a notícia completa no RTP Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.rtp.pt — o conteúdo pertence a RTP Notícias.

Mais de RTP Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›