Carris apresenta na segunda-feira solução para o futuro elevador da Glória
Acidente no Elevador da Glória, em Lisboa Hugo Amaral/ECO A Carris vai apresentar, esta segunda-feira, uma solução para o futuro elevador da Glória, a três dias de se completar um ano do trágico acidente que provocou a morte a 16 pessoas e ferimentos a outras 20.
Além de privilegiar a segurança dos utilizadores , o novo projeto deverá conciliar engenharia com o património e preservar a relação histórica do ascensor com a Calçada da Glória.
Na sessão marcada para o início da próxima semana — que terá lugar no auditório da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa –, serão igualmente divulgados os conceitos técnicos e as principais linhas orientadoras da proposta que se encontra em desenvolvimento .
Câmara já tem equipa para preparar novo elevador da Glória Ler Mais Uma semana após o acidente, o município de Lisboa nomeou uma equipa para o desenvolvimento de um “novo sistema tecnológico” do elevador , constituída por técnicos da Ordem dos Engenheiros, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Instituto Superior Técnico (IST), noticiava o ECO a 11 de setembro de 2025.
Entre esses técnicos, estão João Godinho Viegas, diretor do Centro de Instrumentação Científica e Tecnologias de Informação do LNEC, e Jorge Ambrósio, professor de Biomecânica do Movimento no IST.
A equipa ficou completa com Luís Oliveira Santos, diretor do Departamento de Estruturas do LNEC, Manuel Tender, coordenador do grupo de Segurança no Trabalho da Ordem dos Engenheiros, e Ricardo da Cunha Reis, presidente do Colégio de Engenharia e Qualidade da Ordem dos Engenheiros.
Cabo sem certificação para o transporte de pessoas Ler Mais Entretanto, esta sexta-feira o Observador noticia que a Carris terminou todos os contratos com a MNTC, a empresa responsável pela manutenção do Elevador da Glória quando ocorreu o acidente de 3 de setembro de 2025.
Esta empresa prestava serviços à transportadora desde 2017.
Já esta quinta-feira, a Fidelidade avançou que “assumiu a responsabilidade pelo reembolso, de aproximadamente 2,3 milhões de euros em despesas relacionadas com o acidente , incluindo além dos acordos indemnizatórios já alcançados, serviços funerários, repatriamentos, consultas, tratamentos, internamentos, intervenções cirúrgicas, reabilitação, transportes, salários perdidos, entre outros”.
A seguradora informou igualmente que, até à data, concluiu acordos de indemnização com quatro famílias e estão atualmente em negociação sete processos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.