sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Força Aérea transportou bens essenciais para a ilha do Corvo› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› 400 pessoas detidas em protestos violentos em França› PSP ajudou a deter quatro suspeitos de furtos no Oktoberfest em Munique› Manifestações pela habitação. Ministro "com enorme preocupação" e assume que se a população se manifesta é porque "há dor"› Entrevista a Francis Fukuyama. "Com Trump a democracia está em risco nos EUA"› Tesla apresenta carro voador com propulsores da Space X› Ensino Superior. Foram colocados 52 mil alunos› Trump levanta várias sanções contra a Rússia› Ministro admite que "há um risco" na avaliação da Autoridade da Concorrência na entrada da Lufthansa na TAP› Força Aérea transportou bens essenciais para a ilha do Corvo› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› 400 pessoas detidas em protestos violentos em França› PSP ajudou a deter quatro suspeitos de furtos no Oktoberfest em Munique› Manifestações pela habitação. Ministro "com enorme preocupação" e assume que se a população se manifesta é porque "há dor"› Entrevista a Francis Fukuyama. "Com Trump a democracia está em risco nos EUA"› Tesla apresenta carro voador com propulsores da Space X› Ensino Superior. Foram colocados 52 mil alunos› Trump levanta várias sanções contra a Rússia› Ministro admite que "há um risco" na avaliação da Autoridade da Concorrência na entrada da Lufthansa na TAP
Últimas

Sobre memórias da cólera (IV)

Diário de Notícias ·

Tal como sublinhei, a “Carta Aberta” que Gonçalves Ferreira (governante antes da Revolução) endereçou ao seu sucessor Cruz Oliveira (MFA) não adquiriu eco.

Ainda bem que assim sucedeu, uma vez que formulava críticas infundadas que apenas refletiam azedume injustificável.

Depois de 25 de Abril, Portugal era diferente.

Livre.

Sem censura.

Implicado na construção do futuro.

Quase ninguém pretendia voltar atrás.

Naturalmente, nessa época, as debilidades em infraestruturas de saneamento e de habitação eram semelhantes às anteriormente existentes, em 1971.

Mas, volvidos três anos, o panorama agravou-se devido ao inesperado aumento da população na sequência da descolonização que fez retornar ao país cerca de 600 mil pessoas.

Somente no ano de 1975, em curto período de tempo, registaram-se 500 mil novos residentes, dos quais mais de 60% oriundos de Angola, onde circulava a cólera de igual tipo: Inaba.

Portanto, este fluxo migratório, traduzido pelo aumento repentino de 5% da população, acabaria por agravar as condições de habitat, em particular nas regiões pobres e degradadas, incluindo em zonas rurais.

A situação era, assim, propícia à propagação de cólera, até a partir de pessoas infetadas sem sintomatologia que mantinham a capacidade de transmitirem o vibrião por via fecal-oral (pelo consumo de água e de alimentos contaminados).

As áreas desprovidas de sistemas de aprovisionamento de água potável e com carência de redes de esgotos eram críticas.

A epidemia terminou em novembro de 1974.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›