Fingem ser bispo de Viana e padre de Vila Chã para tentar burlar
A paróquia de Vila Chã, em Vila do Conde, alertou, na segunda-feira, ter detetado uma tentativa de burla em nome do padre José Emanuel Amorim. Dias depois, na quarta-feira, a Diocese de Viana do Castelo assinalou que estão a circular "mensagens de correio eletrónico", nas quais alguém finge ser o bispo João Lavrado.
"A Paróquia de Vila Chã informa todos os paroquianos e membros da comunidade sobre uma tentativa de burla em curso utilizando abusivamente o nome do padre Emanuel. Estão a circular contactos a solicitar transferências bancárias em nome do nosso pároco", escreveu o organismo, num comunicado divulgado nas redes sociais.
A entidade asseverou que "o padre Emanuel NÃO está a pedir qualquer quantia em dinheiro através de mensagens privadas ou pedidos informais", tendo solicitado que "NÃO realize nenhuma transferência nem envie qualquer valor, por mais urgente que o pedido possa parecer".
"Se recebeu ou receber algum pedido suspeito, ignore e não responda! Agradecemos a partilha deste aviso, sobretudo com os mais idosos", apelou.
Já na quarta-feira, a Diocese de Viana do Castelo emitiu um alerta semelhante, desta feita quanto ao uso abusivo o nome do bispo João Lavrado.
"Foi detetada a circulação de mensagens de correio eletrónico enviadas a partir do endereço [email protected] , nas quais alguém se faz passar pelo bispo de Viana do Castelo. Informamos que este endereço é falso e não tem qualquer ligação à Diocese de Viana do Castelo nem ao seu bispo", asseverou.
Nessa linha, a diocese advertiu que "todos os que recebam mensagens deste endereço, ou outras mensagens semelhantes", não devem responder ao e-mail, tampouco clicar em links ou abrir anexos.
"Não forneçam dados pessoais, bancários ou outras informações, eliminem a mensagem e, se possível, assinalem-na como fraude/phishing no respetivo serviço de correio eletrónico. Pedimos também que partilhem este aviso, ajudando a prevenir novas tentativas de fraude", complementou.
De notar que, de acordo com a Polícia de Segurança Pública (PSP), "a forma mais eficaz para se evitar ser vítima de um crime de burla é apostar na prevenção, suspeitando e duvidando de pessoas que não conhecemos, bem como de negócios que tragam dividendos demasiado avultados e de forma rápida".
"Além disso, a denúncia de todas as burlas às autoridades policiais, tanto na qualidade de vítima, como de testemunha, é crucial.
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