sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida
Economia

Greve no terminal de Sines teve adesão "na ordem dos 100%"

Notícias ao Minuto - Economia ·
Greve no terminal de Sines teve adesão "na ordem dos 100%"

"A greve teve um impacto com significado. Praticamente só foram carregados seis contentores com gás para a ilha da Madeira. Não saiu praticamente nenhuma cisterna" do terminal durante a paralisação, afirmou Rogério Silva, da Fiequimetal, em declarações hoje à agência Lusa.

Segundo o dirigente, "o impacto foi na ordem de 100% nestes dias e hoje a situação mantém-se" com a adesão dos 24 trabalhadores diretamente ligados à operação no terminal de GNL.

A greve, que teve início no domingo e termina esta terça-feira, foi convocada pelo SITE Sul e pela Fiequimetal (Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas).

Apesar desta adesão, o sindicalista acusou a administração da REN e o Governo de terem feito uma "leitura abusiva" do acordo relativo aos serviços mínimos, celebrado no Ministério do Trabalho.

"É absolutamente inaceitável que a REN, durante a greve, esteja a vender, por exemplo, gás a Espanha", criticou o responsável, considerando que "serviços de natureza imperturbável são hospitais".

Por isso, acrescentou, o sindicato vai "contestar junto do Governo" e exigir que, em futuras paralisações, os acordos relativos aos serviços mínimos "sejam inteiramente respeitados".

"O mais importante a realçar neste processo de luta é a determinação dos trabalhadores e a sua coragem, porque aquilo que está em cima da mesa, no que diz respeito às condições de acesso à pré-reforma, é uma matéria que tem de ser observada pela REN", sublinhou o dirigente.

A paralisação insere-se num processo reivindicativo que, segundo um comunicado da estrutura sindical, se arrasta desde 2012.

Em causa está a criação de condições de acesso à pré-reforma semelhantes às previstas no Acordo Coletivo de Trabalho de 2000 e a correção de diferenças salariais, estimadas "entre 100 e 200 euros", entre trabalhadores que desempenham as mesmas funções.

Segundo Rogério Silva, os trabalhadores vão agora reunir-se em plenário "para avaliar o decurso desta greve e definir os próximos passos".

Por seu lado, os sindicatos pretendem também solicitar uma reunião ao Ministério do Trabalho, reiterando que estão disponíveis para encontrar soluções.

"Se a administração da REN não abrir um espaço para, com base no bom senso, no diálogo, construirmos aqui uma solução, obviamente que este conflito tem tendência para se eternizar", advertiu.

Segundo o dirigente, os trabalhadores do terminal têm uma média etária "à volta dos 40 anos" e muitos acumulam mais de duas décadas de trabalho por turnos.

Caso permaneçam neste regime "até à idade legal da reforma, alguns deles vão estar 47 anos a trabalhar por turnos", afirmou.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Economia.

Mais de Notícias ao Minuto - Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›