domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Organizações pedem mais apoio para mulheres na menopausa› Lecornu anuncia 1.200 detenções e 150 polícias e gendarmes feridos› Casal forçado a ir abortar a Bruxelas por malformações no fim da gravidez› 23h Protestos no Porto: Miguel Pinto Luz defende Pedro Duarte› Protestos voltam às ruas a 2 semanas das intercalares: "Votar é antídoto"› Obra importante de arte sacra em Fátima é assinada por padre acusado de abusos sexuais› Partidos de esquerda vão às ruas apoiar manifestação. PCP avisa Governo para ouvir a rua porque "foram pessoas como estas que travaram o código laboral"› Sábado de protestos em França marcado por novos confrontos entre polícia e manifestantes› Nova manifestação nacional marcada para o dia da votação do Orçamento de Estado› Castanhas, abóbora e veado: produtos da região da Lousã dominam Festival dos Sabores de Outono este ano› Organizações pedem mais apoio para mulheres na menopausa› Lecornu anuncia 1.200 detenções e 150 polícias e gendarmes feridos› Casal forçado a ir abortar a Bruxelas por malformações no fim da gravidez› 23h Protestos no Porto: Miguel Pinto Luz defende Pedro Duarte› Protestos voltam às ruas a 2 semanas das intercalares: "Votar é antídoto"› Obra importante de arte sacra em Fátima é assinada por padre acusado de abusos sexuais› Partidos de esquerda vão às ruas apoiar manifestação. PCP avisa Governo para ouvir a rua porque "foram pessoas como estas que travaram o código laboral"› Sábado de protestos em França marcado por novos confrontos entre polícia e manifestantes› Nova manifestação nacional marcada para o dia da votação do Orçamento de Estado› Castanhas, abóbora e veado: produtos da região da Lousã dominam Festival dos Sabores de Outono este ano
Economia

Reforço do Estado na REN até 20% pode servir de contrapeso ao acionista chinês

ECO ·
Reforço do Estado na REN até 20% pode servir de contrapeso ao acionista chinês

O Estado comprou 13,7% da REN.

Mas este pode ter sido só um primeiro passo na direção de uma maior presença do Estado no capital da empresa: um despacho assinado pelos ministros das Finanças e do Ambiente e Energia solicitava à Parpública a compra de até 20% da gestora das redes de transporte de eletricidade nacionais .

De acordo com os especialistas em governança e geopolítica consultados pelo ECO/Capital Verde, uma participação maior serve sobretudo para equilibrar forças com aquele que é atualmente o maior acionista, a State Grid — empresa que pertence ao Estado chinês.

É também uma forma de prevenir que outros acionistas consigam uma posição mais dominante, ao mesmo tempo que se assegura, mais de perto, que os objetivos definidos pelo Estado para a empresa são executados.

O despacho do qual consta o mandato para a aquisição de uma fatia de até 20% do capital da REN foi noticiado pelo Observador , após consulta dos documentos remetidos pela Parpública ao Tribunal de Contas, na sequência desta última entidade ter dado luz verde à operação.

“ Com 13,7%, e ainda mais se chegar aos 20%, Portugal cria um contrapeso acionista nacional aos 25% da State Grid, uma empresa pública chinesa com grande peso no eixo de poder da República Popular da China ”, observa Heitor Barras Romana, professor catedrático em Estudos Estratégicos do ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas na Universidade de Lisboa.

Governo mandatou Parpública para comprar até 20% da REN Ler Mais A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, sublinhou o interesse estratégico das redes de eletricidade e gás para o país, e indicou que deter uma participação na REN é uma “questão de soberania” , numa altura de agitação geopolítica a nível global, apesar de garantir que, até ao momento, não registou problemas pelo facto de o Estado chinês ter uma participação na REN.

“Temos uma relação de trabalho boa”, disse.

Abertura económica não significa ingenuidade estratégica.

Duarte Pitta Ferraz Sócio da Ivens Governance Advisors No entanto, “ corre tudo bem até ao momento em que não corre ”, contrapõe o professor catedrático.

Na sua visão, as empresas chinesas vão à procura de mais do que dividendos quando entram no capital social de outras entidades.

“Recebem influência política” e a capacidade de influenciar decisões em setores estratégicos.

Ao mesmo tempo, reunem conhecimento e, finalmente, acabam por promover as suas empresas.

Contudo, “não vale a pena diabolizar a China, faz parte da diplomacia económica” , defende.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Este assunto em outros veículos

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›