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Acidente do Elevador da Glória sem justiça um ano depois

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Acidente do Elevador da Glória sem justiça um ano depois

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Conferência de imprensa da Rádio Observador. Passamos em revista os destaques da imprensa nacional e internacional. Eu sou a Teresa Freire, a edição de hoje é com a jornalista Rita Lourenço. Bom dia, Rita.

Hoje começamos com o Diário de Notícias, que tem em destaque a moção de censura ao governo, que foi anunciada ontem por André Ventura.

Seguimos agora para o Correio da Manhã, que tem na capa: "A falta de justiça um ano depois do acidente do elevador da Glória".

O relatório final do acidente só estará pronto no final do primeiro trimestre do próximo ano. O CM avança que as indenizações estão a ser pagas a conta-gotas, numa altura em que a Justiça ainda está a apurar responsabilidades criminais. O jornal destaca ainda alguns detalhes conhecidos deste caso, como o fato de a investigação já contar com três arguidos, sendo eles o antigo diretor de manutenção do modo elétrico da Carris, o sócio-gerente da empresa responsável pela manutenção dos elevadores históricos da cidade de Lisboa e ainda a empresa de manutenção MNTC.

Continuamos com o Jornal Público, que fala numa queixa de assédio laboral contra um alto dirigente político.

Que de acordo com o jornal, causa agitação no Parlamento. Uma denúncia anônima contra o adjunto da Secretária-Geral da Assembleia da República, Anabela Cabral Ferreira, mencionava casos de perseguições e ilegalidades. Esta denúncia acabou por ser arquivada por proposta do auditor jurídico, o que motivou surpresa e consternação entre funcionários ouvidos pelo Público. Na averiguação, foi ouvida a larga maioria das pessoas citadas na denúncia como alvos de pressão e assédio laboral, mas pelo que o jornal apurou, não foram interrogados nem a secretária-geral nem o adjunto Hugo Tavares, o apontado como principal responsável do que o jornal descreve como ofensas, berros, ameaças, perseguições e ilegalidades que têm vindo a ocorrer.

Tempo ainda para olharmos para o Jornal de Negócios, que tem vindo a destacar os mais poderosos de 2026.

E apresenta na edição de hoje Luís Montenegro no segundo lugar da lista, num artigo de perfil a ocupar quatro páginas do jornal. O Negócios mantém pelo segundo ano consecutivo o primeiro-ministro nesta posição do ranking, porque recusou fazer remodelações e manteve o executivo de pé, assegurando ao mesmo tempo alguma estabilidade nas sondagens.

Seguimos agora para a imprensa internacional com o jornal espanhol El Mundo a mencionar o dia difícil que Pedro Sánchez enfrenta no Congresso.

O chefe do governo espanhol vai ter de tentar hoje convencer os deputados do país de que Marrocos não teve qualquer responsabilidade na entrada maciça de mais de 70 mil migrantes em Ceuta no final de julho. O El Mundo explica que a narrativa oficial do executivo ficou seriamente descredibilizada após um relatório policial enviado à Justiça apontar no sentido oposto. Sánchez chega, por isso, à audiência no Congresso, completamente isolado, sob fogo cruzado tanto da oposição como dos próprios parceiros de coligação no governo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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